Segunda onda?
Ceder aos reclames da burguesia por conta de um pouco de lucro, vai custar mais vidas e muito contágio pelo COVID-19
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Francês usando máscara | Foto: Reprodução

Por conta da reabertura do comércio, vários países da Europa têm apresentado um aumento significativo no contingente de pessoas que foram contagiadas pela COVID-19. A aposta que fizeram os espanhóis, que cederam aos reclames da burguesia para abrir a economia, e que, segundo o primeiro-ministro Pedro Sánchez, se daria gradualmente até final de junho, deu com os burros n’água. Madri, inclusive, já determinou a utilização de
máscaras em todos os locais.

A Espanha registrou 1.153 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, um novo recorde de contaminações diárias registradas desde 6 de maio, quando o Departamento de saúde espanhol contabilizou 1.318 novos casos diários. O país chegou a 282.641 mil contaminações por covid-19 e 28.436 óbitos desde o começo da pandemia.

A França não é diferente. Também está aderindo à determinação para uso de máscaras para lidar com a nova onda de coronavírus. Já foram registrados 1.392 novos casos de coronavírus nesta quarta-feira, conforme dados mais recentes da Agência Nacional de Saúde, o que demandou um crescimento diário de casos em mais de um mês no país, alcançando o número, desde o começo da pandemia de 183.804 mil contaminações e
30.223 mortes por COVID-19.

A Universidade Johns Hopkins informa que em todo o mundo os casos de COVID-19 ultrapassaram a marca de 16,8 milhões, com mais de 662 mil mortes. Estando entre os países que registraram o maior número de infecções, depois dos EUA, o Brasil (2.483.191), Índia (1.531.669), Rússia (827 509) e África do Sul (459.761).

O povo sofre com a orientação burguesa de lidar com a pandemia sem o necessário investimento na saúde para acabar com a pandemia, com muitas mortes, aumento de desemprego e muitos sendo abandonados em uma vida de miséria.

É preciso que a classe trabalhadora se una em uma grande manifestação que garanta emprego e condições mínimas, ou isso, ou o patronato tem que perder o controle dos meios de produção para o trabalhador, para que isso se resolva de uma vez por todas.

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