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Ontem, o parlamento catalão iniciou o debate para empossar o novo presidente da Catalunha, o editor e advogado separatista Quim Torra. Fiel ao presidente exilado Carles Puigdemont, Quim Torra já declarou que vai trabalhar incansavelmente para a separação da Catalunha, isto é, a construção de uma república independente do país espanhol. O governo espanhol, por sua vez, reagiu duramente às falas de Quim Torra, acusando este de ser “sectário e divisor, renunciando a governar para o conjunto dos catalães e estimulando as tensões”.

Herdeiro direto do franquismo, o governo espanhol tem um discurso semelhante ao dos veículos mais escatológicos da imprensa burguesa, como a revista Veja ou do jornal O Globo. Tal como os donoso do golpe no Brasil, o governo espanhol recorre à mesma ideia de que é necessária uma “unidade” entre todos os espanhóis, como se tal coisa fosse possível. Afinal, a única “unidade” que o governo espanhol quer é a da completa submissão de toda a população aos interesses dos setores dominantes da burguesia espanhola.

Apesar de aceitar o desafio de assumir a presidência da Catalunha, Torra deixou bem claro que o verdadeiro presidente é Puigdemont: “quero deixar claro que nosso presidente é Carles Puigdemont”. De maneira contundente, Torra se colocou à disposição da luta do povo catalão ao que é seu de direito: a independência da Catalunha.

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