Cerco genocida
EUA aumentam bloqueio contra o regime nacionalista sírio
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Síria - Tartus
País volta a sofrer com a guerra econômica movida pelo imperialismo | Foto: Reprodução
Damasco, 4 de outubro (Prensa Latina) Os Estados Unidos persistem em sua política de bloqueio e sanções contra a Síria e recentemente o Departamento do Tesouro anunciou novas medidas que abarcaram 6 figuras e 13 entidades sírias, a maioria de natureza econômica.

 

É o quarto pacote de medidas punitivas que, segundo a mídia local, têm como objetivo aumentar a pressão sobre o governo sírio para forçá-lo a fazer concessões políticas e militares.

Entre as entidades sancionadas estão o Ministério do Turismo, a companhia nacional de Transporte e Turismo, e outras empresas hoteleiras e especializadas nos setores da reconstrução e recursos minerais, que oferecem oportunidades de emprego a milhares de sírios.

Eles pretendem dificultar a recuperação deste importante setor na aquisição de divisas, além de impedir a Síria de participar de conferências internacionais em que possa reivindicar suas antiguidades roubadas pelo terrorismo e seus patrocinadores, afirmam analistas citados pela mídia nacional.

As injustas sanções também incluíram o governador do Banco Central da Síria, Hazem Qarful, o general Milad Jedeed, comandante das tropas especiais, e o general Hussam Luka, comandante da Comissão de Segurança na província de Deraa, que veem nas sanções ‘uma medalha de honra e uma prova de que estão no caminho certo’, segundo a mídia.

As medidas econômicas coercitivas unilaterais que têm dimensão extraterritorial afetam os recursos financeiros destinados à reconstrução de um país devastado pela guerra há mais de nove anos, além de agravar a escassez de alimentos e derivados de petróleo com o fim de instigar a população síria contra seu governo legítimo.

Damasco reafirmou em declarações emitidas por sua Chancelaria ou por meio de seu delegado na ONU, que não se submeterá às pressões e ditames de Washington e de seus aliados sejam quais forem as sanções, e que os inimigos da Síria não conseguirão com terrorismo econômico o que não puderam obter militarmente.

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