Troca relâmpago na PF
No mesmo dia em que foi nomeado, novo diretor-geral da PF, troca o comando no Rio e aumenta suspeitas sobre investigações contra a família Bolsonaro
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
rolando-souza-1
Rolando Souza, ao centro, novo diretor-geral da PF. Imagem: Isac Nóbrega/PR |

Da redação – O novo diretor da Polícia Federal escolhido por Bolsonaro nesta segunda (04), Rolando Souza, confirmou como primeiro ato a troca do superintendente da PF no Rio de Janeiro. O cargo era ocupado por Carlos Henrique Oliveira, ex-superintendente de Pernambuco, que agora vai para o cargo de diretor-executivo em Brasília, segundo em nível após Rolando.

O substituto ainda não foi divulgado, mas chama atenção a troca às pressas, como o primeiro ato de um novo comandante do órgão. Ainda mais sendo a PF do RJ responsável por investigações que podem “esbarrar” na família Bolsonaro.

A troca de comando no Estado já havia sido cogitada, e até anunciada, por Bolsonaro em 2019, enquanto o então diretor-geral, Maurício Valeixo, ainda não havia confirmado a troca, bem como gerou grande desconforto entre os quadros da PF, pela interferência direta de Bolsonaro em um cargo de nível inferior, o qual cabe à direção da própria PF.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas