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Pouco depois de assumir o cargo de ministro da Segurança Pública, o golpista Raul Jungmann trocou o diretor da Polícia Federal. O antigo diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, havia sido uma indicação pessoal do presidente golpista Michel Temer. Aliado de setores ligados à burguesia nacional, Segovia era constante alvo de polêmicas da imprensa burguesa, defensora dos interesses mais pró-imperialistas.

O novo diretor, escolhido por Jungmann, contudo, não promete dar tanta dor de cabeça à Rede Globo. Rodrigo Garollo, que já está há vinte anos na Polícia Federal, passou boa parte da carreira nos Estados Unidos. Garollo já foi adido da PF na embaixada brasileira em Washington (EUA) e representante da América do Sul no Comitê Executivo da Interpol. Além disso, se formou em Segurança Nacional e Internacional na Harvard Kennedy School.

Toda essa carreira de Garollo não indica que ele tem a “melhor formação” para ser um ministro, mas sim que ele foi treinado, diretamente, pelos Estados Unidos, o país que conspira diariamente contra os direitos democráticos na América Latina. Assim, Garollo é, na verdade, mais um espião dos Estados Unidos no Brasil. Não só um espião, um agente capaz de fazer tudo o que estiver em seu alcance para entregar toda a riqueza do Brasil para o “Tio Sam”.

Após o golpe de Estado, o burguesia mais pró-imperialista vem infiltrando cada vez mais seus agentes no Brasil. Apesar das contradições internas do bloco golpista, o imperialismo caminha para o completo esmagamento da classe trabalhadora e da burguesia nacional. Por isso, é necessário criar milhares de comitês de luta contra o golpe, mobilizando a classe trabalhadora contra os golpistas.

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