Fora Doria
É preciso que os movimentos sociais se unam e tomem as ruas para derrubar o governo fascista de Bolsonaro e Doria
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Moradores de área em Taquaral, Piracicaba (SP) sofrem ordem de despejo. Foto: Reprodução |

Da redação – Na manhã desta quinta-feira (7), o governo fascista de São Paulo, em Piracicaba, ordenou o uso da violência policial para despejar famílias que lutam por moradia digna e terra. O MST soltou uma nota de repúdio contra a ação arbitrária da ditadura tucana, denunciando que esta ação em meio a pandemia é absurda, que não foi oferecido uma alternativa para os moradores, sendo assim, estão sendo jogados na rua.

Segue a nota na íntegra:

Por MST/SP
Para Página do MST

Na manhã desta quinta-feira (7), as cerca de 50 famílias sem teto da região do Taquaral em Piracicaba, foram acordadas pela violência da polícia que chegou por volta das 6h com tratadores destruindo suas casas.

A área pertence à vários herdeiros de um advogado de São Paulo, e estava abandonada, servindo apenas para especulação imobiliária, sem nenhum uso.

Os sem teto ocupam a área desde janeiro deste ano, na luta pelo direito a moradia. A assessoria jurídica popular que acompanha as famílias, tentou impedir o despejo alegando questão humanitária e apelando ao bom senso diante da maior pandemia dos últimos tempos, mas tanto a justiça de Piracicaba, como o Tribunal de Justiça de SP ignoraram o risco de morte que estão impondo à essas famílias.

O Despejo das famílias ocorre com a anuência do governador de São Paulo, João Doria (PDC), que tem um discurso de defesa do distanciamento social, mas na prática joga famílias inteiras na rua.

Os pertences das famílias estão sendo levados para um galpão. Não foi oferecido às famílias despejadas uma alternativa de alojamento, muitos estão indo parar na rua ou para casa de parentes, se expondo à riscos de infecção a covid 19.

Para piorar a situação, a polícia deu voz de prisão para a deputada estadual do PT, Maria Izabel Noronha, conhecida como professora Bebel que estava no local apoiando as famílias, e para o advogado popular Nilcio Costa. Por pressão da comunidade, as prisões não foram efetuadas.

Denunciamos o GOVERNADOR JOÃO DORIA, a POLÍCIA MILITAR e o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE São Paulo, por este ato brutal de violência em plena pandemia.

Exigimos que sejam disponibilizadas vagas em hotéis ou alojamentos dignos para receber as famílias despejadas durante a pandemia. E que o governador de São Paulo aponte uma solução ao direito permanente de moradia às famílias sem teto. E que todas as reintegrações de posse urbanas e rurais sejam suspensas enquanto durar a pandemia.

Pelo direito de ter um teto para “ficar em casa”!

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