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Após a morte de um indígena, em Jacareacanga (PA), a comunidade Munduruku iniciou protestos, na última terça-feira, dia 13, contra a violência à sua população. De acordo com a Polícia Civil, dois adolescentes foram apontados como autores da morte, no dia 6 de fevereiro, de Elinaldo Munduruku. Em uma pequena amostra do que podem se tornar as reivindicações indígenas, quatro carros foram queimados perto da delegacia da Polícia Civil, local onde os indígenas realizam as suas manifestações.

Diante do golpe que derrubou Dilma Rousseff, notícias de brutalidade e descaso aos indígenas só têm aumentado. O último relatório “Violência contra os Povos Indígenas no Brasil”, do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), com dados de 2016, denuncia o aumento de mortalidade infantil, suicídio e assassinato de índios. A bancada ruralista, uma das mais ativas no processo que culminou na retirada ilegítima de Dilma, tem interesse direto no esmagamento do povo indígena, visto que, assim, podem invadir terras outrora consideradas áreas indígenas.

Sem a aniquilação do golpe, a tendência é de aumento da violência e da retirada de direitos dos indígenas. A bancada ruralista, visando a tomada de terras, mal consegue esconder a sua faceta genocida. Se as poucas garantias de direitos indígenas forem suprimidas, haverá um banho de sangue nas aldeias, sob a benção dos “homens de bem”.

 

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