“No meu governo”, diz Boulos: capitalistas não serão machistas

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Como verdadeiro “sem noção”, Guilherme Boulos, que participa como candidato do PSOL (Partido do Socialismo e Liberdade) à presidente da República de uma eleição que os candidatos são escolhidos pelo TSE e pelos militares, já que Lula que é o verdadeiro candidato que o povo quer votar foi barrado por essa gente, participa de todos os debates dizendo que vai ganhar as eleições.

Além do ridículo, pois sua candidatura não consegue passar do 1% nas pesquisas, Boulos ainda diz nesses debates e entrevistas que ao ser eleito, irá acabar com o preconceito, a discriminação e a opressão à mulher brasileira através de uma medida burocrática, uma simples canetada.

No debate entre candidatos a presidente República da TV Gazeta, o presidenciável Guilherme Boulos, retirou da manga de seu colete uma nova proposta, a sua proposta inovadora para impedir o machismo no tratamento salarial das trabalhadoras mulheres.

Segundo Boulos, em seu governo, as empresas privadas que pagarem salários rebaixados às mulheres, que exercem as mesmas funções que os homens, não puderam participar de licitações públicas. Ou seja, terão fechados os acessos ao dinheiro público aos grandes capitalistas machistas. Boulos só liberará verba pública para capitalistas que respeitem a igualdade entre as mulheres e homens.

Depois da proposta eleitoral de Ciro Gomes de perdoar  todos os cidadãos que estão inadimplentes, com nome “sujo” no Serasa ou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), a proposta de Boulos de impedir que os capitalistas sejam machistas é a que causa mais risada.

Guilherme Boulos, é o candidato da esquerda que serve como uma luva para as pretensões golpistas de apresentarem a eleição como democrática, onde todos podem concorrer e vencer a eleição, e nesse clima, Boulos como coadjuvante das eleições, brinca de candidato que tem propostas, sem levantar em nenhum momento em sua campanha que o Brasil está em meio a um golpe e o principal candidato, Luiz Inácio Lula da Silva foi barrado arbitrariamente nas eleições.