No golpe de Estado, assédio moral passou a ser norma no Itaú/Unibanco

Os gerentes puxa-sacos dos banqueiros estão totalmente à vontade no atual processo de golpe de Estado no País e se utilizam do método de assédio moral como norma para atacar os trabalhadores com objetivo de aumentar, ainda mais, os fabulosos lucros dos banqueiros.

Conforme já denunciado diversas vezes por este Diário, a prática comum nas dependências do banco Itaú/Unibanco é da política de assédio moral para com os funcionários, executado pelos chefetes de plantão a serviço da direção golpista do banco.

Desta vez as denúncias partem nas dependências do setor de crédito consignado onde a superintendente da área ameaça todo o setor de demissão com a contratação de trabalhadores terceirizados em substituição. Claro que fazem isso como chantagem para que os trabalhadores aumentem a produtividade na venda de produto bancário, no caso o aumento de empréstimos com desconto em folha de pagamento, ou seja, risco zero de inadimplência para os banqueiros.

Mas, também, não podemos desconsiderar a possibilidade, conforme ameaça da superintendente, a intenção dos banqueiros em aumentar a terceirização no banco, já que uma das medidas aprovada no governo do golpista Michel Temer, com a benção dos banqueiros, foi a terceirização em todas atividades de uma empresa, com objetivo de reduzir custo na folha de pagamento dos capitalistas.

Para mudar essa situação de ataques dos banqueiros é necessário derrotar o golpe. Organizar uma frente de luta das organizações dos trabalhadores em oposição à política dos golpistas de ataque feroz aos direitos e conquistas dos trabalhadores.