Demissões podem chegar a 600
Com cerca de 2 mil funcionários, a Nissan joga para os trabalhadores o custo de uma crise que é dos patrões. Operários devem fazer greve contra exploração da empresa
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Foto: Divulgação
Linha de montagem em Resende. Trabalhadores pagam a conta da crise | Foto: Divulgação

A montadora Nissan demitiu nesta segunda-feira, 22 de junho, 398 trabalhadores da fábrica localizada em Resende, interior do Rio de Janeiro. Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Renato Soares, as demissões não tiveram intermediação do sindicato.

Segundo o sindicalista “todas as montadoras recorreram a medidas (de flexibilização trabalhista criadas pelo governo), chamaram o sindicato e tentaram alternativas. A Nissan optou por outro caminho, fez aquilo que achava que tinha que fazer e não chamou o sindicato”, referindo-se às outras montadores instaladas na cidade e que também pararam a produção.

O dirigente do sindicato afirma também ter ouvido rumores na cidade, indicando que novas demissões podem ocorrer nos próximos dias, atingindo um total de aproximadamente 600 trabalhadores.

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