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A data histórica dos trabalhadores, o 1º de Maio, deste ano está sendo convocado pelas Central Única dos Trabalhadores e outras organizações sindicais, como a Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical (Classe Trabalhadora), Intersindical (Instrumento de Luta e Organização), CSB, CGTB, Nova Central e CSP-Conlutas, juntamente com a Frente Brasil Popular e o Povo Sem Medo. 
A princípio, esse direcionamento de forças tem um aspecto positivo porque choca-se contra os ataques que o governo do Presidente ilegítimo Jair Bolsonaro está realizando contra os trabalhadores. Mas por outro lado reúne a CUT com centrais sindicais Bolsonaristas que foram abertamente a favor do golpe de 2016.

Mesmo com o ato unificado com as demais centrais sindicais, é importante colocar um programa político no ato, porque a referida reunião dos sindicatos promove o enfraquecimento político do ato, já que a adesão de centrais sindicais golpistas e patronais desmoraliza a atividade política. A participação das organizações patronais da UGT, da Força Sindical e da CSP-Conlutas e de partidos golpistas, nesse sentido, pode somente levar às ruas a palavra de ordem contra a Reforma da Previdência, sem levar em conta as demais atrocidades que o governo ilegítimo do Bolsonaro está promovendo.

É necessários que os trabalhadores, ativistas e toda a população compareça aos atos de 1º de Maio que estão sendo convocados em todo o País, para defender um programa de luta que expresse de fato os anseios dos trabalhadores e da população explorada.

É necessário estabelecer um programa próprio que dê o alcance político necessário para demonstrar a insatisfação popular com o governo ilegítimo, chamando os trabalhadores para realmente oporem-se contra às medidas direitistas do governo.

Todos aos atos de 1º de Maio para exigir o  “Fora Bolsonaro!” e pela “Liberdade de Lula!”, a luta contra a continuidade do Golpe do Estado e contra a fraude eleitoral que colocou um governo servil aos capitalistas e inimigo dos trabalhadores.

Para o 1º de maio, portanto, é necessário, entre outras pautas:

  1. OPOR-SE AOS ASSASSINATOS REALIZADOS PELO EXÉRCITO E PELA POLÍCIA MILITAR CONTRA A POPULAÇÃO, PELO FIM DA PM;

  2. COLOCAR A QUESTÃO DA LIBERDADE DO LULA, QUE FOI PRESO SEM PROVAS PARA QUE FOSSE FRAUDADO O PROCESSO ELEITORAL;

  3. OPOR-SE À REPRESSÃO DA EXTREMA-DIREITA E DA PM CONTRA OS PROFESSORES E ALUNOS, CHAMAR PELO ABAIXO O ESCOLA COM FASCISMO;

  4. A DEFESA DOS MOVIMENTOS QUE LUTAM PELA TERRA E ESTÃO SENDO ASSASSINADOS COM O AVAL DO GOVERNO DO BOLSONARO;

  5. A IMPORTÂNCIA DA AUTO-DEFESA DAS ORGANIZAÇÕES DE TRABALHADORES DA CIDADE E DO CAMPO QUE ESTÃO SENDO ATACADAS PELA EXTREMA-DIREITA;

  6. LUTAR PELO FORA BOLSONARO, GOVERNO ILEGÍTIMO QUE QUER ENTREGAR A APOSENTADORIA DOS TRABALHADORES AOS BANCOS, QUE VENDEU BOA PARTE DAS RIQUEZAS NACIONAIS AOS CAPITALISTAS E QUE IMPULSIONA OS ATAQUES CONTRA OS TRABALHADORES E A ESQUERDA;

  7. PELO AFASTAMENTO DO GOLPE MILITAR E DAS APROXIMAÇÕES SUCESSIVAS DOS MILITARES NO PODER;

  8. E, NESSE CONTEXTO DE ATAQUES AOS TRABALHADORES PELO GOVERNO ILEGÍTIMO, OPOR-SE À REFORMA DA PREVIDÊNCIA.

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