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Apesar da histeria da imprensa golpista em relação a uma suposta escalada de violência no Rio de Janeiro, e assim justificando a ação absurda dos militares nas favelas, o que acontece na realidade é que as Forças Armadas estão atuando como tropa de choque da política imperialista no País.

Com todas as “reformas” e sucessivas crises sofridas pelo governo golpista, a vida financeira da população está se deteriorando rapidamente. Com isso, os mais afetados, os pobres e favelados por todo o País, tendem a não aceitarem calados esse tipo de situação, portanto é colocada a possibilidade muito forte de uma revolta popular, radicalmente contra o golpe.

Para segurar a radicalização do povo, o governo golpista de Temer, que já não tem mais força política nenhuma e se restringe a cuidar de picuinhas palacianas, e o governo do Rio de Janeiro, que está completamente destruído, após as seguidas operações que visaram desmantelar o MDB do estado, foram obrigados a “concordar” com a medida dos militares, que são a última salvaguarda golpista contra a revolta do povo.

Coincidentemente, essa intervenção militar foi aprovada pouco tempo depois de dois fatos muito importantes. O primeiro foi o desfile carnavalesco da escola Paraíso do Tuiuti, que denunciou o golpe e angariou um número muito grande de simpatizantes por todo o País, revelando um enorme descontentamento da população. O segundo foi o posicionamento de pelo menos duas favelas contra a prisão de Lula, hasteando faixas na entrada dos locais com os dizeres “se Lula for preso, a favela vai descer”.

Ou seja, a campanha da imprensa golpista não passa de uma falácia. Os militares estão ocupando o Rio de Janeiro, um dos estados mais importantes do país, para reprimir o povo e fazê-lo aceitar essa política de terra arrasada, além de testar o desenrolar desta medida para, em um futuro próximo, fazer exatamente a mesma coisa em outros estados e levar o país, pouco a pouco, para uma ditadura extremamente repressiva e brutal.

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