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O atentado a tiros contra Lula e a ajuda da PM aos criminosos é notícia no mundo inteiro. A imprensa internacional noticia com destaque o ataque a tiros contra os ônibus da caravana de Lula na noite desta terça (27) no interior do Paraná.

Até mesmo o “The New York Times”, dos Estados Unidos, relatam o clima de tensão do ataque à comitiva da Caravana de Lula. Também a  rede europeia Euronews deu destaque, tanto na televisão como em seu site, para o atentado.

Certo também que não passaram despercebidas o silencio cúmplice e a inação das autoridades e forças policiais para conter a violência dos grupos de extrema-direita. Este fato é relevante eis que o Estado tem responsabilidades para com o ex-presidente da República.

As denúncias desse covarde atentado foram denunciados ao Mundo. A ex-presidenta Dilma Rousseff e o ex-chanceler Celso Amorim denunciaram a jornalistas da imprensa internacional a escalada de violência e o crescimento do fascismo no Brasil. A ação dessas milícias, desses bandos armados de extrema-direita que são o resultado do recrudescimento do golpe que a retirou da presidência em 2016, foram denunciados por Dilma.

É claro que o Golpe de Estado vem num crescendo relacionando-se a intervenção militar no Rio de Janeiro e a execução de Marielle Franco, Dilma afirmou aos correspondentes internacionais que no Brasil também há bloqueio da mídia, que nada divulga, inclusive inventa versões bastante “estranhas”, sobre os episódios de agressão, como Augusto Nunes que disse que foi Lula quem atirou no próprio ônibus.

Cresce o fascismo no Brasil e no Mundo. O ascenso do fascismo é a expressão da grave crise social do capitalismo de idade madura, de uma crise estrutural, como nos anos 1929-1933.

Em decorrência dessa grande crise a burguesia liberou seus cães fascistas na Alemanha. Trata-se fundamentalmente de uma crise de reprodução do capital, isto é, da impossibilidade de prosseguir uma acumulação “natural” do capital, dada a concorrência ao nível do mercado mundial (nível existente dos salários reais e da produtividade do trabalho, acesso às matérias-primas e aos mercados). Daí não poder mais o capital seguir, sequer com salários e direitos e, nem mesmo eleições, foi necessário ao capital dar um golpe num governo eleito com 54,5 milhões de votos em 2016.

A função histórica da tomada do poder pelos fascistas consiste em modificar pela força e violência as condições de reprodução do capital em favor dos grupos decisivos do capitalismo monopolista. Precisam de escravos, de privatizações forjadas, fim dos direitos ao ensino e entrega total de riquezas, petróleo, nióbio, Alcântara, até da água potável.

Nas condições do capitalismo industrial monopolista contemporâneo, uma centralização tão forte do poder de Estado, inclusive através do fascismo implica na exigência da destruição da maior parte das conquistas do movimento operário contemporâneo. Daí o desaparecimento de mais de 100 artigos da CLT, a terceirização da atividade fim, etc.

As propostas de interromper as Caravanas de Lula era uma renúncia ao combate necessário ao fascismo. A formação de comitês para enfrentar o fascismo é a única resposta aos desafios colocados pela escalada fascista que disparou tiros contra a Caravana de Lula.

A classe operária deve formar os comitês de defesa e barrar o ascenso do fascismo.

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