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Italy's Mario Balotelli, left, fights for the ball with Saudi Arabia's Ysir Alshahrani during their friendly soccer match at Kybunpark Stadium, in St. Gallen, Switzerland, Monday, May 28, 2018. (Gian Ehrenzeller/ Keystone via AP) Switzerland Italy Soccer
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É recorrente as ofensas racistas contra o jogador da seleção Italiana de origem Africana, Mario Balotelli, em 2014, quando a azurra se preparava  para a Copa no Brasil, Balotelli foi xingado por torcedores Italianos em Florença, no centro de treinamento da seleção.

Em um jogo valendo pelo campeonato Italiano, contra a Roma, o jogador também foi insultado, por torcedores da Roma. Desta fez aconteceu em um amistoso contra a seleção da Arábia Saudita. Torcedores da extrema direita ergueram uma faixa com a seguinte frase “Meu capitão tem sangue italiano” um misto de xenofobia e racismo, pois o o dono da braçadeira é o zagueiro Leonardo Bonucci, Italiano e Branco.

Recentemente o jogador da seleção Francesa e da Juventus time tradicional da 1° divisão Italiana, Blaise Matuidi, foi vitimas de injurias racistas da Torcida da Internazionale de Milão, no estádio Guisepe Meazza.

Todos estes acontecimentos recentes e recorrentes é produto da extrema direita que vem crescendo não só na Itália, mas, sobre tudo, na Europa. Episódios desta natureza devem aumentar exponencialmente, a única maneira de conter os racistas de extrema direita é uma resposta à altura na mesma intensidade. Por parte dos trabalhadores.

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