Não são as eleições, nem o STF, mas os comitês e a mobilização nas ruas que podem libertar Lula e derrotar o golpe

Neste 1º de Maio, Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores, a situação política coloca-se diante de um impasse. Estamos em um momento decisivo, no qual é preciso intensificar a campanha pela liberdade de Lula.

Os ataques a tiros contra o acampamento em Curitiba, na madrugada deste sábado (dia 28) agravam esta situação e exigem uma resposta de todo as organizações de luta dos trabalhadores e da juventude.

Em São Bernardo do Campo, reagindo à prisão do ex-presidente Lula, milhares de pessoas colocaram em xeque a ofensiva da direita e apontaram o caminho concreto para conter a ofensiva do regime golpista: enfrentar a reação por meio da mobilização operária e popular.

Frente à esta situação, setores da esquerda pequeno-burguesa e burguesa, adotaram uma política conservadora se opondo a reagir à prisão do ex-presidente Lula, como queria a imensa maioria das milhares de pessoas que estiveram em São Bernardo do Campo, quando ele se entregou e, agora, mesmo depois de todos os golpes e violações da Constituição por parte do judiciário, ainda procuram semear ilusões de que uma saída favorável aos trabalhadores virá de uma mudança voluntária de setores do judiciário golpista.

Em todo o País, enquanto cresce a revolta popular com a prisão de Lula, esses setores semeiam confusão apontando no sentido de uma “frente ampla” que leve a um acordo com setores da “esquerda” golpista, como o PDT, que deu votos a favor do impeachment e apoiou a intervenção militar no Rio de Janeiro e que tem como pré-candidato-abutre, o ex-governador tucano Ciro Gomes que elogiou a “celeridade” do julgamento de Lula; e o PSB, um dos partidos do golpe de Estado que derrubou Dilma Rousseff, que tem como seu pré-candidato presidencial, o carrasco de José Dirceu, Delúbio, Genoíno, na farsa do “mensalão” e integra desde 2014 o governo tucano de Geraldo Alckmim, com seu vice e atual governador e candidato à reeleição, Márcio França.

Já está mais que provado, pela experiência da luta contra o golpe, que o caminho das ilusões no judiciário e nas eleições fraudulentas que a burguesia quer realizar, sem Lula, e sob o controle do judiciário e da imprensa golpistas, é um caminho de derrotas para os trabalhadores e para todos os que defendem os direitos democráticos do povo.

Ao contrário dessa política confusa e distracionista, que está em sintonia com a política da direita que quer que o PT apresente um “plano B”, “vire a página do golpe”, etc. é preciso intensificar a luta pela liberdade de Lula, pelo cancelamento de todas as “reformas” golpistas, pela derrota do golpe,enfim, pela derrota do golpe. Isso só será possível por meio de uma ampla mobilização, com os trabalhadores e a juventude saindo às ruas.

Diante da política reacionária de setores da esquerda pequeno-burguesa e burguesa, que se opuseram a uma reação à prisão do ex-presidente Lula, reação desejada pela imensa maioria das milhares de pessoas que estiveram em São Bernardo do Campo (SP), quando ele foi preso e que, agora, mesmo depois de todos os golpes e violações da Constituição por parte do judiciário ainda procuram semear ilusões de que uma saída favorável aos trabalhadores virá de uma mudança voluntária de setores do judiciário golpista.

Ao mesmo tempo em que cresce a revolta popular com a prisão de Lula, esses setores semeiam confusão apontando no sentido de uma “frente ampla” que leve a um acordo com setores da “esquerda” golpista, como o PDT, que deu votos a favor do impeachment e apoiou a intervenção militar no Rio de Janeiro e que tem como pré-candidato-abutre, o ex-governador tucano Ciro Gomes que elogiou a “celeridade” do julgamento de Lula; e o PSB, um dos partidos do golpe de Estado que derrubou Dilma Rousseff, que tem como seu pré-candidato presidencial, o carrasco de José Dirceu, Delúbio, Genoíno, na farsa do “mensalão” e integra desde 2014 o governo tucano de Geraldo Alckmim, com seu vice e atual governador e candidato à reeleição, Márcio França.

O caminho das ilusões no judiciário e nas eleições fraudulentas que a burguesia quer realizar, sem Lula e sob o controle do judiciário e da imprensa golpistas, é um caminho de derrotas para os trabalhadores e para todos os que defendem os direitos democráticos do povo.

Ao contrário dessa política confusa e distracionista, que está em sintonia com a política da direita que quer que o PT apresente um “plano B”, “vire a página do golpe”, etc. é preciso intensificar a luta pela liberdade de Lula, pelo cancelamento de todas as “reformas” golpistas, pela derrota do golpe,enfim, pela derrota do golpe. Isso só será possível por meio de uma ampla mobilização, com os trabalhadores e a juventude saindo às ruas.

Para tanto, é preciso a partir da importante mobilização de Curitiba, nesse 1 de Maio, ampliar a a luta em todo o País. Colocar em ação milhares de comitês de luta contra o golpe, pela anulação do impeachment, contra a prisão de Lula etc., desenvolver uma intensa atividade de agitação e propaganda, principalmente nas fábricas e locais de trabalho, bairros operários e populares, universidades e escolas, assentamentos e ocupações por todo o País;  com colagem de cartazes, panfletagens, pichações, palestras, debates, pequenos atos etc. que preparem um verdadeiro levante em todo o País pela liberdade de Lula e contra o golpe.

Vai ser nas ruas e não nas eleições que a liberdade de Lula e a derrota de golpe poderão ser conquistadas!