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A execução da vereadora e ativista política Marielle Franco no Rio de Janeiro causou uma enorme comoção em todo o país. A imprensa burguesa se coloca na defensiva, tentando não ligar o assassinato de Marielle com a situação política atual do Brasil, com o golpe de Estado.

Os órgãos de imprensa direitista tentaram transformar o assassinato de Marielle em uma propaganda a favor da intervenção militar e do reforço da força pública. Essa imprensa, que se move junto com o golpe, tenta desfazer a tendência da polarização política e de culpar o regime político pelo assassinato da vereadora.

A tendência a protestar contra o golpe está ganhando força conforme avançam os ataques ao povo. No Carnaval houve diversas manifestações e durante as semanas foram se intensificando. O impacto do assassinato da vereadora reflete a oposição geral ao regime golpista que se manifestou de forma muito intensa.

Foi morta com quatro tiros na cabeça, disparados de um carro que se emparelhou ao seu no bairro do Estácio, quando saía de uma atividade na Lapa. Um assassinato como este é uma marca registrada da polícia, e não do tráfico de drogas ou de um bandido qualquer.

Marielle, que denunciou em diversas oportunidades os assassinatos cometidos pela Polícia Militar contra o povo negro, pobre e trabalhador nas favelas do Rio, foi escolhida como uma das relatoras da comissão criada na Câmara dos Vereadores para monitorar a intervenção militar. Assim como não se trata de uma intervenção para solucionar o problema da “segurança pública” no Rio, o assassinato de Marielle não é simplesmente parte do genocídio do povo negro que ocorre cotidianamente em todo o país.

É necessário ver que o assassinato de Marielle é parte integrante do funcionamento normal do aparato repressivo do Estado. Se não reconhecermos isso tal como é, o risco do aumento das execuções é enorme. A polícia é assassina. Chacinas e assassinatos são costumeiros, é a rotina da polícia.

O assassinato de Marielle é uma execução política, não porque ela é negra e mulher, com isso, fica claro que a população deve tomar as ruas, para derrotar o regime golpista.
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