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As tropas das Forças Armadas já estavam nas ruas do Rio de Janeiro desde pelo menos as Olimpíada de 2016. Sua presença ali já significava o aumento da repressão contra o povo e um passo no sentido de uma intervenção militar generalizada. A decisão do governo golpista de intervir no Rio, colocando um general para controlar toda a segurança pública do estado deixa muito claro que o sentido dessa política é um golpe militar.

Após o governo golpista anunciar a intervenção e o Congresso aprovar, as declarações dos generais revelaram exatamente qual é o teor político da decisão e mais ainda revelaram que são os militares que estão no comando da operação.

Os generais querem “carta branca” para matar, expedir mandados coletivos e, como disse o comandante geral do Exército, general Eduardo Villas Bôas, sem que haja nenhuma “comissão da verdade” no futuro.

Não são simples declarações. Elas revelam que, a cada dia que passa, cada vez que o golpe se aprofunda, os golpistas definiram qual será a política para resolver a crise: um estado de exceção cada vez mais fechado e uma ditadura militar se for preciso. Essa é a política traçada pelos donos do golpe caso a completa crise institucional não seja resolvida. E tudo indica que só vai piorar.

O problema central dessa crise é justamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode ser preso a qualquer momento mesmo estando como certa a sua vitória eleitoral. Essa situação explosiva está na conta dos golpistas, que já se anteciparam, colocando nas ruas do segundo mais importante estado do País, as tropas do Exército.

A situação política exige uma dura campanha contra a intervenção militar no Rio de Janeiro, como parte fundamental da própria luta contra o golpe e a prisão de Lula. Por isso, mais do que nunca e principalmente no Rio de Janeiro, está na ordem do dia fortalecer e ampliar os comitês de luta contra o golpe que organizem uma mobilização permanente nos bairros contra a ditadura que se avizinha.

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