Não há nem giz nas escolas paulistas

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As escolas públicas do Estado de São Pulo, que há mais de vinte anos está nas “mãos” do PSDB, vem sofrendo com o golpe de estado um desmonte ainda mais ofensivo com os inúmeros cortes nos gastos públicos.

Nas escolas falta até giz, algum obsoleto e cancerígeno, ainda presente em quase todas escolas estaduais do Estado de São Paulo. A poucas escolas com lousa branca, pois a manutenção da lousa e da tinta é mais cara.

Mesmo optando por algum mais barato, como o giz, falta esse material em diversas escolas,pois a verba destinada á compra desses utensílios tem diminuído gradativamente.

Na maioria das escolas há funcionários insuficientes para a limpeza, e o giz gera mais sujeira no recinto, por causa do seu pó. Outro problema é a falta de professores, não há professor substituto para as eventualidades das escolas.

A escola pública está cada dia mais abandonada pelo governo tucano, falta de tudo nas escolas, xerox e impressão de provas são artigos de luxo.

Depois da proibição do consumo de merenda escolar pelos professores, em algumas escolas, os professores não tem nem copo descartável para beber sua água e muitas vezes nem café.

O governo e a burocracia da Educação falam muito nos índices das escolas, como se procurasse alcançar metas de melhorias dos resultados desastrosos do processo de ensino-aprendizagem e como o caos que reina não fosse um produto direto e perseguido pelo governo inimigo do ensino público e defensor do ensino pago.

As circunstâncias impostas pela política do governo, nas quais falta até algo básico que é o giz, longe de perseguir qualquer melhoria na Educação – o que temos é uma política de rapina, de terra arrasada para a Educação.
Diante dessa situação de calamidade pública nas escolas, onde falta algum básico e vai piorar com o congelamento de 20 anos do orçamento para a educação.
Contra este ataque e vários outros que o governo tucano prepara para este ano, é preciso colocar a categoria de “prontidão”, organizando desde já a mobilização. Realizar uma ampla denúncia contra os planos tucanos de privatização de escolas e de defesa da escola pública, gratuita e de qualidade para todos.
Todos à Assembleia dia 6 de abril, na Praça da República, em São Paulo.