Não há conflito na Faixa de Gaza, mas genocídio: 17 mortos e 1400 palestinos feridos.

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O imperialismo continua seu massacre na Faixa de Gaza. Quer o fim imediato do que restou da Palestina, uma vez que impuseram o Estado de Israel com o objetivo de saquear todo o petróleo do Oriente Médio. Por isso, não cessam ataques contra o povo palestino e os bombardeios ainda são constantes na Cisjordânia, e no caso específico, na Faixa de Gaza.

Milhares de manifestantes palestinos marchavam próximos à fronteira da Faixa de Gaza com o Estado terrorista de Israel. Foram duramente reprimidos pelas forças militares do exército israelense. O saldo do ataque foi de 17 mortos e mais de 1400 palestinos feridos.

Os manifestantes celebravam o 42º aniversário do Dia da Terra. Em 30 de março de 1976, seis cidadãos palestinos foram desarmados e executados pelo exército israelense. Eles lutavam contra o roubo de terras feita pelo governo e exército de Israel. Assim, prossegue a perseguição imperialista contra o nacionalismo palestino pelo direito elementar de respeito à autonomia pátria.

Dessa forma, Israel passa por cima de mais um princípio humanitário de direito internacional, que regulamenta a proibição do uso de armas de fogo do exército contra civis. Em comunicado oficial, o grupo Adalah, que defende os palestinos em Israel, afirma: “Armas de fogo contra civis desarmados constitui uma violação brutal da obrigação legal internacional de distinguir entre civis e combatentes”.