Acenando para a direita
PSOL lança coronel da PM e ex-comandante geral do Estado da instituição durante o governo Pezão, deixando de lado pautas da esquerda, como fim da PM
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
coronel ibis
Coronel Ibis quando comandante da PM do Rio. | Imagem: reprodução

O PSOL do Rio de Janeiro anunciou para ser candidato a vice-prefeito da capital do Estado o coronel da reserva, ex-comandante geral da PM do Rio de Janeiro, Ibis Silva Pereira. O coronel Ibis Silva Pereira possui uma “experiência” de 33 anos de Polícia Militar e chegou a ser comandante-geral da PM no final de 2014 no governo de Luiz Eduardo Pezão.

A polícia militar é uma instituição de tipo fascista formada para massacrar a população pobre e trabalhadora. É historicamente, inimiga da população e serviu para dar base a repressão nos anos de chumbo da Ditadura Militar para perseguir as organizações dos trabalhadores e militantes de esquerda.

Nesse sentido é uma instituição que seleciona a dedo seus integrantes e nos cargos de oficiais, ainda mais oficiais superiores como Coronel. Para ser efetivado e chegar a ser um oficial superior é necessário ter concordância como a política colocada em prática pela instituição. Ser nomeado comandante da instituição, conhecida por possuir características fascistas, por políticos burgueses que colocaram em prática uma política genocida e de massacre da população pobre revela uma ligação profunda com a burguesia e com a repressão contra a população.

Faz parte do cotidiano do policial militar reprimir a população. As rondas, abordagens, operações e outras ações moldam os policiais de maneira a ver os trabalhadores das periferias e das favelas como pessoas a serem combatidas. Não há nada de progressista e muito menos comunista ou socialista.

Apresentar um candidato coronel da PM é ir a reboque da política da direita, e no caso do Rio de Janeiro, mostra um profundo direitismo, pois é a cidade de Marcelo Freixo, defensor ferrenho das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP`s).

Ao contrário de uma candidatura socialista, o que o PSOL quer é acenar para setores da classe média direitista e conservadora nas eleições e obter votos desse setor. É um abandono total da luta contra a extrema-direita e pelo fim da PM para fazer demagogia eleitoral.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas