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O impasse que assola o Golpe de Estado em curso no país e que tem sua maior expressão na crescente popularidade do ex-presidente Lula em todo o Brasil fez com que a direita golpista mais uma vez soltasse seus ‘cães raivosos fascistas’ com o propósito de reeditar o terror contra a esquerda e em particular contra o PT e Lula, tão em voga no período do impeachment da presidenta Dilma.

Na tentativa de dar um ar de veracidade para a inverossímil presença popular nos atos das hordas fascistas contra a caravana de Lula, a grande imprensa golpista apressa-se em justificar os atos, por eles mesmos incentivados, como resultado de um pretenso repúdio popular ao ex-presidente na região Sul do país.

Uma das maiores apologistas dessa fantasia é a jornalista e comentarista Eliane Catanhede, respectivamente do Estadão e da Globo, não por acaso, dois dos principais órgãos da imprensa golpista. Em recente artigo naquele jornal com o ‘sugestivo’ título “Corretivo no elemento”, Catanhêde acusa Lula de “provocação” por sair em caravana pelos estados do Sul em um momento em que o TRF4 “estaria confirmando a sua condenação”, entre outros motivos, “porque o Sul é refratário a Lula”.

Ou seja, a ‘pau mandado’ da imprensa golpista acusa Lula de provocação por visitar o Sul “instruído”. Ele, Lula, o condenado! Lá não é o Nordeste, esbraveja. Nenhuma palavra sobre o ‘povo’ já identificado e conhecido como notórios latifundiários da região. Nenhuma palavra sobre o financiamento de atentados à caravana bancados por prefeitos da extrema direita, também da região. Nenhuma palavra sobre o encobrimento das ações fascistas pela Polícia Militar dos governos estaduais apoiadores do golpe de Estado e obviamente nenhuma menção ao fato de que enquanto que meia dúzia atacava as caravanas nas estradas, multidões recepcionaram Lula nas cidades por onde ele passou.

Na sua cruzada contra os excessos, na sua rejeição a “qualquer tipo de violência”, a jornalista dos golpistas acusa Lula, “que, um dia, décadas atrás, já foi alvo da polícia por defender a democracia e os direitos dos trabalhadores” e agora, defende que a polícia dê “um corretivo nos fascistas”. Para ela, trabalhadores… De fato, Lula errou em um ponto, afinal não é possível esperar que os capangas se voltem contra seus chefes.

Finalmente, Catanhêde, põe a nu todo seu ódio contra os trabalhadores: “Se a campanha oficial nem começou e já chegamos à fase de ovadas e pedradas [ainda não havia chegado a fase dos tiros], o risco é a eleição sair do controle, estimulada pelo excesso de candidatos versus a falta de ideias e programas, pelos processos, condenações e salvos-condutos envolvendo um ex-presidente que é o líder das pesquisas”. Se Catanhêde pudesse se manifestar em bom português, não hesitaria em defender o banimento de Lula da vida pública brasileira nem que fosse com pedras e tiros.

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