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Os professores da Rede particular de Ensino da capital paulista reunidos em assembleia no Sinpro – SP, dia 17/03, rejeitaram a contraproposta patronal  que visa acabar com vários direitos constantes na convenção coletiva e na CLT e mantiveram o estado de greve, seguindo a orientação da diretoria do Sindicato.

A faca está no pescoço da categoria. Nas escolas particulares,  os patrões, aproveitando o momento do golpe de estado que vivemos, não querem conceder aumento real e nem renovar a convenção coletiva, melhorias, então nem pensar!

Ao contrário: querem acabar com vários direitos que foram conquistados.

A proposta patronal embasada na reforma trabalhista apresentada pelos patrões propõe mudanças em 26 cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho, excluindo integralmente 8 delas e alterando outras 18. Entre as inúmeras propostas golpistas estão: autorização para redução de salários por acordos individuais, fim da isonomia salarial(que já ocorre na Rede Sesi), diminuição do recesso, parcelamento das férias, alteração da PLR, garantia semestral de salários apenas para professores com mais de 5 anos de casa, instauração de bancos de horas e fim das horas extras e fim do pagamento de janeiro para quem pede demissão no final do ano.

Esses são os ataques brutais que os patrões capitalistas da educação estão impondo aos trabalhadores, como resultado e alvo do golpe de estado que a classe capitalista, entre elas, a da educação.

Os professores em assembleia rejeitaram todos os ataques do patronato. No entanto, para derrotar estes brutais ataques a única saída é a greve imediata de todos os professores da rede privada de ensino, ficar em “estado de greve” é uma capitulação aos patrões a greve desta categoria é para ontem.

A assembleia aprovou várias ações, entre elas, autorização para o sindicato de instauração de dissídio coletivo na Justiça do Trabalho e a realização de três concentrações: dia 20 de março, em frente ao Sinpro-SP durante a rodada de negociação e dia 22 às 18h, no Largo da Batata e finalizando no dia 24/03, às 9h: preparação, no Sinpro – SP, para o ato em frente ao TRT.

 

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