Nada para os capitalistas
Todos os recursos do Estado devem estar dirigidos para a saúde pública e para o auxílio às populações carentes e desassistidas. Nenhum centavo para os capitalistas sanguessugas
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bancos
"Foto - Reprodução" - Os bancos lucram com a miséria e o sofrimento da população |

A pandemia mundial do coronavírus é a maior e a mais ameaçadora crise sanitária vivenciada pelo planeta desde a devastadora epidemia da gripe espanhola, ocorrida há cento e dois anos, que ceifou cerca de 100 milhões de vidas. A doença provocada pelo vírus, a COVID-19 vem se espalhando velozmente por todos os continentes, onde o número de infectados e mortos cresce exponencialmente a cada dia.

Do ponto de vista das medidas preventivas para impedir a expansão do vírus, assim como o consequente tratamento e a assistência aos já acometidos pela enfermidade, o mundo se encontra diante de uma verdadeira tragédia, ao se constatar que a quase totalidade dos sistemas públicos de saúde da maioria dos países que se vêem afetados pela epidemia encontram-se em estado comatoso, ou seja, a saúde pública mundial já estava na UTI, muito antes da chegada dos pacientes.

Uma conclusão é óbvia diante desta realidade: as políticas neoliberais aplicadas por diversos governos burgueses ao redor do mundo, mas em especial nos países capitalistas centrais (imperialistas), é a grande responsável pela liquidação dos sistemas públicos de saúde, assim como em outras áreas, onde bilhões e até mesmo trilhões são drenados dos orçamentos públicos para os capitalistas, parasitas sociais que se apropriam dos recursos via um série de mecanismos com a simples doação, renúncia fiscal, sonegação e outros.

No Brasil, onde a saúde pública é caótica e vem sendo selvagemente sucateada pelos golpistas, a chegada do coronavírus deixou ainda mais claro o caráter de classe do governo fraudulento, serviçal do imperialismo, dos bancos e dos grande capitalistas. As medidas que vêem sendo anunciadas pelo governo para combater a epidemia nada maios são do que um engodo, uma falácia contra a população pobre e explorada pois enquanto entrega trilhões aos capitalistas, ao setor financeiro, ao grande empresariado e aos bancos, deixa cair nada mais do que uma esmola, migalhas, ninharia para o povo trabalhador, para as massa populares, que estão completamente a mercê da infecção, da doença e da morte.

Neste sentido, o presidente golpista e fraudulento Bolsonaro, assim como todo o seu governo atuam como agentes da morte, da tragédia nacional há muito anunciada, pois são os responsáveis pela política de desmonte e destruição que vem sendo operada no setor da saúde pública, materializada nos ataques ao Sistema Único de Saúde (SUS), em favor dos planos privados e da privatização geral da saúde pública nacional.

Desta forma, a retórica falaciosa do governo, que afirma estar buscando meios e recursos para auxiliar a população pobre desassistida, nada mais é do que pura demagogia, um verdadeiro escárnio contra o povo trabalhador, que sofre com as péssimas condições de vida e pela ausência de qualquer política assistencial do Estado.  Para que não haja dúvidas a respeito desta situação, Bolsonaro e Paulo Guedes destinaram a bagatela de R$ 1,2 trilhões para os bancos e outros capitalistas, enquanto para a população e para a saúde pública, nada além de R$ 40 bilhões. A “explicação” para este crime hediondo, de vil desumanidade contra milhões de brasileiros estaria “justificada” para evitar a falência dos bancos, do sistema financeiro do País, para supostamente salvar a economia. Mais uma falácia, pois nada irá salvar a economia nacional diante da magnitude da crise internacional. da retração mundial da economia, diante da recessão mundial.

O efeito desta medida (destinação de trilhões aos capitalistas) nada mais é do que uma tentativa (tentativa) de salvar os bancos, as grandes corporações, nada tendo a ver com a “salvação da economia nacional”. O País encontra-se às vésperas de uma grande tragédia social e humanitária e todos os esforços deveriam estar voltados para a proteção da população vulnerável, desassistida e sem recursos.

Portanto, é necessário que os representantes dos trabalhadores, suas entidades, os partidos de esquerda, os sindicatos, as confederações e federações, os diversos movimentos de luta do povo pobre, a CUT, a Central Única de Favelas, os movimentos culturais da periferia, de defesa das mulheres, dos negros e dos indígenas organizem uma ação coordenada para colocar em movimento todas as energias sociais, concentrando-as em uma luta para mobilizar a população em defesa de uma política que tenha por objetivo colocar todos os recursos do Estado para garantir a assistência às populações desamparadas, sem que haja qualquer destinação de recursos para o grande empresariado, para os planos privados de saúde, para os trilionários bancos, que lucram com a doença e a miséria social das massas.

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