Um presidente inimigo do povo!
Falsificações sobre a pandemia, mentiras sobre as queimadas na Amazônia e no Pantanal e muito mais no show de horrores do presidente fascista.
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(Brasília - DF, 16/09/2020) Gravação de discurso para a 75ª Assembleia Geral da ONU.
Foto: Marcos Corrêa/PR
O presidente mentiroso | Foto: Marcos Corrêa/PR

Nesta terça-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) passou vergonha internacional em mais um discurso na sessão de abertura da 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), saindo em defesa das ações tomadas pelo seu governo contra a Covid-19 e acusando opositores de fazer uma suposta campanha de desinformação sobre as queimadas na Amazônia e no Pantanal.

Frente a isso, a Agência Lupa checou algumas das principais declarações de Bolsonaro, seguem abaixo duas das piores de todas as mentiras.

“[Nosso governo] concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente US$ 1 mil”, disse Bolsonaro.

Contudo, o governo federal decidiu pagar nove parcelas do auxílio emergencial para quem se cadastrou em abril no programa. Os primeiros cinco depósitos do benefício foram de R$ 600 cada um, enquanto os quatro últimos tiveram o valor reduzido para R$ 300. A miséria soma R$ 4.200, equivalentes a US$ 772, segundo a cotação da moeda norte-americana no fechamento do dia 21 de setembro (R$ 5,44). Assim sendo, o número é 22,8% menor do que o citado pelo presidente no discurso da ONU.

Vale lembrar também que nem todas as pessoas com direito ao benefício, no entanto, vão receber esse valor integralmente. Segundo a Medida Provisória nº 1.000/2020, que prorrogou o auxílio emergencial por mais quatro parcelas de R$ 300, os pagamentos vão ocorrer até 31 de dezembro deste ano, independentemente da quantidade de parcelas já recebidas. Com isso, quem entrou no programa meses depois de seu início terá direito a uma soma total menor do benefício.

“[O governo] Estimulou, ouvindo profissionais de saúde, o tratamento precoce da doença”, disse Bolsonaro.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda não existe tratamento, remédio ou vacina efetiva contra a Covid-19. Assim sendo, deveria ser denunciado como um criminoso que é, por, seguindo ordens do presidente nazista dos EUA, Donald Trump,  oficializar o uso da cloroquina e hidroxicloroquina para o tratamento precoce.
A própria OMS diz que as evidências disponíveis sobre benefícios do uso dos medicamentos são “insuficientes”. “A maioria das pesquisas até agora sugere que não há benefício e já foram emitidos alertas sobre efeitos colaterais do medicamento”, diz.

 

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