Nova variante está no Brasil
Identificação de nova variante do coronavírus, 70% mais contagiosa, no Brasil revela falência do regime capitalista
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Golpistas não conseguem conter a crise. | Reprodução

Após pesquisas feitas pela Dasa, líder brasileira em medicina diagnóstica, comprovou-se que a mais nova variante do coronavírus, encontrada principalmente na Inglaterra após o estouro da nova onda da pandemia no continente europeu, está agora no Brasil.

A informação, já divulgada ao Instituto Adolfo Lutz e à Vigilância Sanitária, demonstra que a população brasileira defrontará um risco ainda maior do que a pandemia já enfrentada no país. Segundo o ECDC (European Centre for Disease Prevention and Control), a nova variante do Sars-CoV-2, é até 70% mais transmissível que a mutação da qual temos parâmetros atualmente.

Até o momento, não há indícios de que seja mais letal se comparado ao vírus que já contamina a população brasileira, contudo, o simples fato de ser quase que o dobro de de vezes mais transmissível poderá fazer com que muito rapidamente se multiplique exponencialmente o número de casos, e assim, de mortes em todo o mundo.

No Brasil, foram analisadas 400 amostras desde que a nova variante foi anunciada pelo Reino Unido, e os pesquisadores explicam que esta nova variante de transmissão deve-se a uma mutação na proteína de nome spike, da qual o vírus utiliza para se ligar à célula humana. A confirmação da cepa, ocorreu em dois pacientes por meio de um sequenciamento genético realizado em parceria com o Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IMT-FMUSP), segundo dados divulgados pela Folha de São Paulo.

O fato de existir uma mutação, que hoje no reino unido já está presente em 50% dos novos contaminados pelo coronavírus, revela a total incapacidade do regime capitalista em combater a pandemia.

Mesmo após mais de um ano em que a Covid-19 foi revelada na China, e ao menos 10 meses contagiando todo o mundo, nenhum país capitalista conseguiu dar um resposta a altura, como organizado por governos de estados operários, como Cuba, que rapidamente contiveram a proliferação do vírus.

Como se não bastasse a variação anterior, responsável por matar mais de 200 mil pessoas apenas no Brasil, graças a total falta de política de combate a pandemia e as ações genocidas da burguesia golpista, agora o país se defrontará com uma variante ainda pior.

As perspectivas para este início de ano no Brasil estão longe de serem as melhores. Com um forte aumento da pandemia desde o mês de novembro, onde o país ultrapassou as marcas daquele que era considerado o “pico” da pandemia, espera-se que o número de mortes a serem divulgados entre os meses de janeiro e fevereiro sejam várias vezes maior.

Enquanto os governos golpistas adotam uma política totalmente ineficiente e se preocupam em primeiro lugar com o lucro dos grandes capitalistas, nem mesmo a tão prometida vacina, mesmo após produzida, está prevista para chegar em larga escala para população. O exemplo brasileiro denota bem este problema, onde seja o “científico” Dória, ou o fascista Bolsonaro, nenhum dos grandes representantes da burguesia apontou qualquer plano de vacinação para população, muito menos de contenção da pandemia.

No lugar de uma política séria, a burguesia alterna entre a repressão contra o povo e a total reabertura da economia, sacrificando os trabalhadores para manter o lucro dos capitalistas.

Em paralelo, a imprensa burguesa levanta a campanha de que deve-se culpar o povo pela “não prevenção”, e que o melhor combate a pandemia é “cada um fazer a sua parte”. Tais declarações não passam de puro cinismo. O dever do governo é justamente promover esta prevenção, e não da população que sequer tem condições de isolar-se da pandemia.

Esta tática tradicional de culpar a população, serve apenas para esconder a total falência do regime capitalista frente a crise. Enquanto o povo morre nas ruas contaminado pelo vírus, a burguesia preocupa-se em se salvar durante uma crise que está sendo responsável por levar a falência econômica todo o mundo.

Entre a economia e o povo, a burguesia escolhe, sem pudor, o seu ganho, seguindo com pulso firme a sua política de “morra quem morrer”, especialmente tradicional nos países imperialistas e nos regimes dominados pelos golpistas em todo mundo.

 

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