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Em reação ao conservadorismo da bancada evangélica do Congresso Nacional, mulheres de diferentes igrejas lançaram o movimento Frente Evangélica pela Legalização do Aborto (FELA), mostrando que a opinião dos políticos pastores não é unânime dentre os evangélicos.

Até o momento, a organização conta com participantes dos estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, Bahia e São Paulo, e teve início a partir da conscientização decorrente das discussões travadas no STF (Supremo Tribunal Federal), no âmbito da ADPF 442, ao analisar a tese da descriminalização de casos de aborto ocorridos nas 12 primeiras semanas de gestação.

Na ação, buscava-se garantir tratamento seguro e respeito às mulheres que viessem a decidir pela interrupção da gravidez indesejada.

As ativistas chegaram à conclusão de que a resistência das igrejas ao tema decorria, e ainda decorre, de puro preconceito, autoritarismo e obscurantismo, e assim elas resolveram cindir com o pensamento dominante e se posicionar a favor da descriminalização da prática.

Segundo elas, os pastores golpistas da bancada evangélica do Congresso atuam buscando satisfazer seus próprios interesses, distorcendo a doutrina evangélica, legislando em nome próprio, e vendendo a ideia de fé como forma de implementar seus projetos de poder.

O movimento visa aprofundar o debate sobre os direitos das mulheres no âmbito das igrejas, abordando o tema da descriminalização do aborto e da garantia da vida às mulheres.

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