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Mais um caso de ação truculenta, desproporcional e ilegal por parte da Polícia Militar se deu em Salvador no último dia 13/01.

Segundo informações uma mulher que reclamava do sistema de atendimento da maternidade Tsylla Balbino, bairro de Pau Miúdo, em Salvador, foi abordada e detida pela Polícia Militar após a mesma ser solicitada.

Ora, uma brasileira, ao que parece revoltada com o que sabemos ser cotidiano no serviço público de saúde, o atendimento precário e muitas das vezes feito com descaso por servidores públicos grosseiros, pode ter agido com ânimos alterados, e diante disso, para contê-la chamam a Polícia Militar, um órgão repressor do Estado que por sua vez tem o dever se garantir a ordem, e ter todo o preparo para lidar com situações como essa.

Ressalte-se que essa reação qualquer cidadão está passível de ter ao se revoltar contra um Estado opressor e defasado que não lhe garante seus direitos constitucionais ou mesmo contra um servidor público que desconhece o significado de respeito e direitos.

Porém o que se vê também cotidianamente, é o cidadão brasileiro no meio de um sistema inteiro repressor, sem direitos, sem respeito e sendo punido fora da legalidade por se revoltar.

Como foi o caso ocorrido em Salvador, o Policial Militar que atendeu a ocorrência teve que “conter” a cidadã supostamente alterada com uso de força e sem o menor pudor, diante de populares já indignados com o teor da abordagem, desferiu-lhe um tapa na cara antes de jogá-la no “corró do camburão”.

Como de costume os policiais alegaram que a detenção da cidadã se deu por desacato, contudo foge a qualquer procedimento regular por parte da Polícia Militar, qualquer tipo de agressão, contra homens e muito menos contra mulheres, cuja abordagem policial deve ser garantida por uma policial do sexo feminino e sob qualquer circunstância há direitos a serem respeitados e normas a serem cumpridas por parte da Polícia Militar que não pode aplicar nenhum tipo de castigo ou punição a um cidadão.

O que temos no Brasil é uma Polícia Militar repressora com policiais mal preparados, metidos a valentões e que com muita naturalidade não agem dentro da legalidade, além de estarem condicionados a este “modus operandis” violento.

Sobre o episódio ocorrido em Salvador, a Polícia informou que instaurou Processo Disciplinar Sumário (PDS) para apurar o excesso cometido pelo policial militar lotado na 37ª CIPM e que o mesmo segue trabalhando normalmente.

A mulher que não teve sua identidade divulgada, foi levada para a Central de Flagrantes, ouvida e liberada, após registro de um termo circunstanciado.

A PM também disse que os policiais já foram ouvidos na sede da unidade e, no procedimento instaurado, também serão convocadas pessoas que testemunharam o fato.

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