Tocantins
Há mais de 20 anos a fazendo é local de conflito entre sem terra e latifundiários
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O MST precisa dar continuidade às ocupações. Foto: (CC BY-SA) Fora do Eixo/Flickr |

Da redação – Na madrugada do último sábado (14), mais de 200 famílias do MST ocuparam a fazenda Consolação, em Crixás do Tocantins (TO), que já havia sido ocupada em 1997.

O latifúndio, há mais de 20 anos, tem dívidas com o Estado brasileiro e em 2008 o Incra o considerou como improdutivo, indicando a área para a finalidade de reforma agrária. O decreto de desapropriação foi assinado no ano seguinte pelo então presidente Lula, para que famílias sem terra pudessem se assentar.

Entretanto, o Incra não assentou nenhuma família. “Com o silêncio da burocracia estatal e a morosidade do órgão, as famílias foram obrigadas a se organizarem e ocuparem a fazenda novamente”, denuncia o MST.

A área teria sido vendida para um grande pecuarista da região, segundo fontes consultadas pelo movimento, e em agosto pistoleiros e o gerente da fazenda incendiaram um barraco onde morava uma família sem terra.

O MST precisa ampliar as ocupações de terra, porque só dessa forma os sem terra pode enfrentar a situação calamitosa à qual foram jogados e conseguir se assentar.

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