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Paralisação da Educação
MS: paralisação atinge 90% das escolas estaduais
Seguindo a política tirada pelos estudantes, os professores do MS paralisaram suas atividades nos dias 2 e 3 de outubro.
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Paralisação da Educação
MS: paralisação atinge 90% das escolas estaduais
Seguindo a política tirada pelos estudantes, os professores do MS paralisaram suas atividades nos dias 2 e 3 de outubro.
Sala de aula vazia devido à paralisação.
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Sala de aula vazia devido à paralisação.

Com apenas 10 meses do governo golpista Jair Bolsonaro, a educação tem sido alvo de destruição e corte de verbas gigantescos. O objetivo dos golpistas é a privatização das universidades e das escolas públicas municipais e estaduais, e a principal forma de acabar é o corte de verbas, a ameaça do fim da estabilidade e a política de terror promovida nas escolas.

Diante disso, os professores da rede estadual de Mato Grosso do Sul paralisaram dias 2 e 3 de outubro. No estado são 362 colégios, com 230 mil estudantes, a paralisação massiva fortalece a categoria para possíveis paralisações futuras.

O sindicato estima que  quase 100% dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) paralisaram no primeiro dia de paralisação os professores fizeram panfletagem e conversam com a população, pois a comunidade é a maior interessada.

Em outros estados, também ocorreram diversas paralisações, pois a política de rapina promovida pelos golpistas está colocando em xeque a educação pública em seu conjunto, professores estão há algum tempo sem reajuste e o corte de bolsas na universidade é imensa.

A política dos golpistas é atacar duramente o ensino médio, superior e básico no país, expulsando os jovens das escolas públicas, demitindo professores e favorecendo os tubarões do ensino pago, que irão lucrar bilhões com o ensino privatizado.

Os golpistas querem “jogar” os brasileiros na ignorância e no analfabetismo. Somente a luta de todos os setores da população para tirar os golpistas do poder vai abrir a possibilidade de reverter todas as medidas que foram deferidas contra a educação pública.

É preciso denunciar essa política e chamar os professores, estudantes e toda a comunidade escolar a se mobilizar contra a destruição da educação pública promovida pelo golpe de Estado. É preciso organizar os comitês de luta contra o golpe em todas as escolas e levantar as palavras de ordem de Fora Bolsonaro e todos os golpistas e Liberdade para Lula.