Pedido veio de ativista
Além da alegação de homofobia, Neymar também é acusado de formação de quadrilha
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Neymar em campo pelo PSG | Foto: Reuters

O Ministério Público de São Paulo confirmou nesta terça-feira (9) que recebeu uma representação do ativista LGBTQ+ Agripino Magalhães contra o jogador Neymar, por crime de homofobia e formação de quadrilha.

Em áudio vazado pelo sítio Metrópoles, na sexta-feira (5), Neymar aparece xingando seu padrasto de “viadinho” e falando sobre uma suposta briga com sua mãe, Nadine Gonçalves.

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