Movimento popular convoca tomar as ruas do Brasil pela liberdade de Lula nesta segunda

bomdia02

Brasília, Prensa Latina O Comitê Nacional Lula Livre, junto aos movimentos da Frente Brasil Popular, que conta hoje com mais de 80 organizações, convocou a tomar as ruas na segunda-feira pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo a fonte, a Jornada Nacional Lula Livre começará em 10 de dezembro, Dia Mundial dos Direitos Humanos, com ações em vários lugares deste gigante país sul-americano.

O grande ato está convocado para a sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Paulo, às 18:00 horas.

De acordo com o portal Brasil 247, na conta do ex-dirigente operário na rede social Twitter aparece a convocação: ‘Anote na agenda: o dia 10 é o dia de tomar as ruas pela liberdade de Lula’.

O aviso informa que serão realizados atos de solidariedade por parte de movimentos sociais em toda a geografia nacional e terá diálogos com a sociedade sobre a injustiça cometida contra o ex-governante.

Detalhou-se que serão atos públicos e ocorrerão lançamentos de folhetos, de comitês e outras ações para intensificar o alerta nacional e internacional sobre a prisão injusta de Lula e exigir sua liberdade.

De segunda-feira a terça-feira também será realizada em São Paulo a primeira Conferência Internacional em Defesa da Democracia, organizada pela Fundação Perseu Abramo, em associação com o Comitê Internacional Lula Livre e a Secretaria de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores (PT).

Na reunião espera-se a participação das principais organizações de esquerda da Espanha, Uruguai, Portugal e do Parlamento Europeu.

O foro tem a intenção de reunir importantes atores para discutir sobre a luta pela democracia e a resistência a retrocessos nas políticas públicas, inclusão social e política exterior, bem como sobre a criminalização dos movimentos populares.

Há oito meses, Lula cumpre prisão na sede da Polícia Federal de Curitiba, sulista estado do Paraná, acusado de supostos atos de corrupção durante seu mandato (2003-2010).

O fundador do PT ratifica sempre sua inocência e qualifica de farsa as acusações que pendem sobre ele.