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Morreu nesta terça-feira (22) em Nova York, uma das maiores personalidades literárias dos últimos 60 anos, Philip Roth, aos 85 anos, autor de mais de 30 livros, ganhador dos mais expressivos prêmios literários.

Roth era ateu e se considerava antirreligioso. Seus relatos provocadores sobre a moral pequeno burguesa judaico-americana, sátiras políticas, reflexões sobre o peso da história, ou mais recentemente sobre o envelhecimento, ficam com frequência na fronteira entre a autobiografia e a ficção.

Muitos de seus romances refletem as questões de identidade dos judeus dos EUA, o que o vincula a outros autores como Saul Bellow, laureado com o Nobel de Literatura de 1976, e Bernard Malamud.

Nascido em 1933 na cidade de Newark, Nova Jersey, Ele era conhecido, sobretudo por seus romances, embora também tenha escrito contos e ensaios. Era dono de um estilo realista, direto e irônico. Parte da sua obra explora a natureza do desejo sexual e a auto compreensão.

Embora a circulação de Roth nas livrarias esteja garantida por uma editora de grande porte, a produção acadêmica sobre sua obra no Brasil ainda é reduzida. São raras as teses e dissertações de mestrado que levam seu nome no título.

Algumas obras Roth:

Pastoral Americana

O complexo de Partonoy

The humam Stain

Adeus Colombo

Complô Contra América

Casei com um comunista

 

         

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