Morre o ditador, não a ditadura

ditadura e ditador

O G1 noticiou, no dia 29 de abril, a morte do ditador boliviano Luis García Meza, que atacou o povo boliviano durante os anos de 1980 e 1981.

Durante o regime ditatorial de Meza, muitos dirigentes de esquerda, sindicalistas e representantes do povo foram mortos.

Meza, fez parte da “operação Condor”, união entre as ditaduras latino-americanas e comandadas pelos norte-americanos, especialmente pela CIA. O condor, é um pássaro como o abutre, e é típico dos Andes. Se alimenta da carniça, da carne morta, do povo morto; essa é a associação.

As diversas operações colocadas em práticas para instaurar regimes ditatoriais na América-Latina, retomam sua força e ficam explícitas desde o golpe em Honduras em 2010. Desde então, diversos países têm sido comandados para esmagar seu povo em favor do capital imperialista. 

Morre um ditador, mas não morrem as ditaduras. No Brasil, estamos face a face com as intervenções militares em diversos estados, com ataques da extrema-direita que ganhar força e ataca o povo e a esquerda.

Um homem pode morrer, mas o imperialismo, a  direita e extrema-direita continuam suas investidas, cada vez mais ferozes contra os povos do mundo todo.