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Da redação – Na noite desta segunda-feira, 11, aos 75 anos, morreu uma das lendas do futebol mundial, o ex-atacante Coutinho, campeão mundial pela seleção brasileira em 1962 e bicampeão da Libertadores e do Mundial de Clubes pelo Santos.

Nascido em 11 de junho de 1943 em Piracicaba, Antônio Wilson Vieira Honório. Iniciou a carreira no XV de Piracicaba, berço de muitos craques do futebol brasileiro e foi para o Santos ainda jovem, com 14 anos, em 1958. Entrou em campo pela primeira vez na seleção brasileira em 1960, antes de completar 16 anos.

Desde sua chegada à Vila mais famosa do Mundo, logo em seus primeiros testes, agradou, e já começou a se entender muito com o Pelé.

Coutinho se transformou no maior parceiro, do maior de todos os jogadores, Pelé. Foi ao lado do Rei do Futebol que Coutinho marcou seus 368 gols. E com o maior de todos imortalizou a famosa tabelinha”um, dois” .

Resultado do que de mais lindo se viu no futebol, nesta época o alvinegro santista era requisitado para dezenas de turnês pelo mundo, nos começos de ano pela América latina e entre junho e julho, Europa; a maravilhosa equipe chegava a jogar até 30 partidas em uma turnê.

No Santos Futebol Clube desta época, que entre 1958 e 1973, venceu quase tudo que disputou e ganhou duas libertadores, dois mundiais, seis campeonatos brasileiros e dez paulistas, além conquistou quatro edições do Torneio Rio-São Paulo a escalação Dorval-Mengálvio-Coutinho-Pelé-e-Pepe  foi cantada em prosa e verso, até mesmo pelos rivais.

Coutinho seria o titular na seleção brasileira que foi campeã da Copa do Mundo de 1962, mas uma contusão o fez perder o lugar para Vavá.

Para não ser confundido com Pelé teve uma ideia, jogava de meia arriada, seu parceiro Pepe conta: ” Ele falou: ‘Olha para mim, com a iluminação ruim me confundem muito com o Pelé. Todo gol bonito é dele e toda jogada errada é minha'”. Mas jogadas erradas eram raras, segue Pepe, o canhão da Vila, “Um jogador fantástico, não tinha chute forte. Só colocava, com a direita, a esquerda e fazia muitos gols de cabeça”.

Todo esse brilho podia ter encantado muito mais, mas por ter tendência a engordar, encerrou a carreira cedo, aos 30 anos, em 1973. Mesmo assim se imortalizou nas vozes dos maiores narradores de Futebol: “ de Pelé para Coutinho, de volta para Pelé, um toque sublime para Coutinho e Gol, Gol, Gol, Coutinho para a alegria do futebol brasileiro”.

No link abaixo, um pouco de suas obras de arte.

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