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DF - MORO/COAF/ROBERTO LEONEL - POLÍTICA - O futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, concede entrevista em frente ao Centro     Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF), sede do governo de transição do     presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), nesta sexta-feira, 30. Moro confirmou que o novo     governo vai apresentar ao Congresso um projeto de lei para transferir o Conselho de     Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para a pasta e apontou o nome do auditor fiscal     Roberto Leonel como seu indicado para presidir o órgão. Leonel é coordenador da área de     investigação da Receita Federal no Paraná com forte atuação na Lava Jato.    30/11/2018 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
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Da redação – Onyx Lorenzoni, futuro ministro da Casa Civil, anunciou hoje (03) a repartição do Ministério do Trabalho em três entidades, sob a responsabilidade dos ministérios da Economia, da Cidadania e Justiça e Segurança Pública, este último comandado pelo juiz fascista Sergio Moro.

Segundo a indicação de Lorenzoni, Moro ficaria responsável pela concessão de registro sindical e fiscalização de trabalho escravo.

Ou seja, o juiz treinado e promovido pelos EUA para atuar no golpe de Estado e na prisão de Lula, desta forma, terá poderes para reprimir sobremaneira o movimento sindical. Ele, inimigo declarado dos trabalhadores, poderá intervir nos sindicatos a fim de controlar o movimento a mando dos patrões.

No comando da Lava Jato, Moro perseguiu políticos, especialmente os dirigentes do PT. Com as novas atribuições, deverá fazer o mesmo contra os trabalhadores, ou seja, uma perseguição política escancarada. Ainda mais em tempos de aprofundamento do golpe de Estado, em que os trabalhadores terão de se organizar e se mobilizar contra a total destruição dos direitos trabalhistas e das condições de trabalho no governo Bolsonaro.

Moro implementará uma política fascista contra os sindicatos. Nos regimes nazista alemão e fascista italiano da década de 1930, esse processo se deu com a intervenção do Estado nas organizações sindicais para anular o movimento independente dos trabalhadores e domesticá-los para que os capitalistas pudessem explorar a força de trabalho de maneira radical.

Essa é mais uma das evidências de que o governo Bolsonaro será de extrema-direita e de ataque cruel à classe operária.

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