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Moro prepara mais uma condenação para Lula

Como medida de prosseguimento da operação farsa Lava Jato, o Mussolini de Maringá, Sergio Moro, já se organiza para aplicar mais uma condenação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passado somente alguns dias do julgamento do caso do triplex em que Lula fora condenado e teve o aumento da pena de 9 anos e meio de prisão para 12 anos e um mês, o que demonstrou claramente o já evidente objetivo dos golpistas: tirar Lula do cenário político. O juiz golpista já se articula para que em março se inicie mais um julgamento contra Lula, o caso a ser julgado se caracteriza pela acusação de que o ex-presidente tenha recebido vantagens da empreiteira Odebrecht.

Todo o processo que vem se seguindo exemplifica claramente a perseguição política contra Lula, uma vez que em todos os processos nos quais o acusam tudo se baseia apenas em convicções e em delações, a grande maioria delas tiradas à força justamente para fazer uso no caso do ex-presidente, ou seja, não há legitimidade alguma em nenhum desses processos, isso somente mostra como funciona de maneira arbitrária o Judiciário golpista.

Os golpistas e a direita têm pressa para tirar Lula do cenário político, fazendo coro com Moro e todo o Judiciário golpista. É preciso ter claro que o momento que se aproxima tende a acirrar a revolta popular que antes estava contida na retranca dos movimentos sociais e na confusão política diante de uma capitulação do golpe de Estado. O golpe se encaminha para o seu aprofundamento da pior forma, dado na sentença dos desembargadores golpistas, que abre espaço para os piores ataques contra a esquerda e os trabalhadores. Logo, a resposta deve ser na mesma proporção, com a força dos trabalhadores contra seu avanço direto.

Por isso, o PT fez certo ao lançar a candidatura de Lula, sendo ela uma forma de lutar contra a ditadura dos golpistas, mais do que isso é preciso que a população esteja articulada na luta contra o golpe efetivamente, a mobilização popular tem que estar em peso nas ruas, só se derrota o golpe com uma ampla mobilização e organização da classe trabalhadora e demais setores progressistas. Sabendo que as condições estão dadas para que aja uma grande efervescência popular.