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Da redação – Em resposta ao senador petista Paulo Rocha durante reunião na CCJ do Senado, o ministro da Justiça Sérgio Moro comparou o seu vazamento inconstitucional das conversas entre a então presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, em 2016, com as revelações feitas pelo Intercept de conversas entre ele e procuradores da Lava Jato que mostraram a conspiração ilegal entre o então juiz e membros do Ministério Público para prender Lula.

Ele falou que o fato de ele vazar as conversas entre os dois ex-presidentes (para evitar que Lula fosse nomeado ministro da Casa Civil) foi algo legal, autorizado por um juiz (no caso, ele próprio). No entanto, as próprias associações de juízes denunciaram a inconstitucionalidade da medida na época, até porque o áudio de Dilma e Lula não mostrava nenhuma posição irregular por parte da ex-presidenta.

Porém, o Intercept atuou conforme qualquer veículo de imprensa deveria atuar, revelando informações de interesse público, sem agir em conluio com hackers (como diz a propaganda da direita). Mas, para Moro, isso teria sido ilegal. Na verdade, como um conspirador, ele distorce totalmente a realidade. O crime foi de Moro, ao, como juiz, instruir uma parte envolvida em seu processo contra a outra parte antagônica.

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