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MORO-AECIO-3
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O juizeco de Maringá, Sérgio Moro, conhecido no mundo inteiro como o perseguidor da maior liderança popular da América Latina, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aceitou fazer parte do governo golpista de Jair Bolsonaro.

Sérgio Moro, o “Mussolini de Maringá”, é uma figura de proa do golpe de Estado que ocorreu no Brasil com o Impeachment do governo de Dilma Rousseff do PT (Partido dos Trabalhadores), em 2016.

Sua função foi a de perseguir e prender as principais lideranças do PT, a começar pelo ex-presidente Lula, em processos farsescos, utilizando da tortura para conseguir delações, alimentando a campanha da direita de que o PT seria uma organização criminosa, e de que Lula seria o chefe do crime.

Nada mais aberrante para um juiz intrinsecamente ligado  ao PSDB (Partido Social Democrático Brasileiro), partido capacho do imperialismo no Brasil.

Para se ter uma ideia, o pai de Sérgio Moro foi fundador do PSDB em Maringá, sua mulher, advogada, trabalha em um escritório que negociava as delações premiadas com a turma da operação “Lava Jato” da qual Moro era o principal juiz, e por fim, essa operação nunca quis saber de investigar as diversas denúncias de corrupção envolvendo os políticos e governos do PSDB, como seu amigo do peito Aécio Neves, o “Mineirinho”.

A ação mais contundente de Sérgio Moro contra os direitos democráticos do povo, foi a sua sentença de prisão a Luiz Inácio Lula da Silva, que sem ter nenhuma prova contra o ex-presidente, inventou um processo fraudulento de propina e lavagem de dinheiro envolvendo uma reforma em um Triplex que não aconteceu, para sentenciá-lo a mais de 9 anos de prisão, a fim de impedir que Lula fosse candidato as eleições presidenciais de 2018.

A sua nomeação ao cargo de ministro da Justiça no governo golpista de Jair Bolsonaro só comprova que os golpistas estão aprofundando o golpe de Estado no Brasil e premiando todos aqueles que fizeram parte da farsa política dos últimos anos  no Brasil, que começou com o rasgamento dos votos do povo à presidente Dilma Rousseff e se estendeu com a prisão de Lula.

É preciso se opor ao golpe, aos seu aprofundamento, que se expressa nesse momento com o novo governo de golpistas de Jair Bolsonaro. É preciso esclarecer à população que esse governo faz parte de um processo eleitoral fraudulento, em que retiraram a força das eleições o candidato que o povo queria votar, que era Lula.

É preciso organizar as mobilizações de rua pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas, não reconhecemos essa eleição fraudada e nem os ministros golpistas que são verdadeiros inimigos do povo, verdadeiros capachos do Imperialismo no Brasil.

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