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Um amplo movimento nas ruas!

Mobilização permanente

É preciso realizar grandes atos neste sábado (29) para elevar o moral da esquerda e dos trabalhadores a fim de manter as manifestações

Atos precisam voltar ainda maiores do que antes da pandemia – Foto: DCO

A volta das principais organizações de esquerda às ruas, após mais de um ano de inatividade, merece ser comemorada. Trata-se de um fato muito positivo e extremamente importante diante da conjuntura política nacional.

A morte de mais de 450 mil brasileiros, a fome que atinge 19 milhões, a insegurança alimentar que ataca outros 120 milhões, o desemprego real de cerca de 90 milhões de trabalhadores, entre outras calamidades, mostraram que a política do “fique em casa” foi totalmente ineficiente, uma vez que serviu apenas para uma ínfima minoria. Por volta de 7% dos empregados, dos quais a esmagadora maioria é de profissões pequeno-burguesas privilegiadas.

Tal catástrofe caída sobre a classe trabalhadora e a população brasileira de conjunto tem os seus culpados. Jair Bolsonaro, os governadores, prefeitos e parlamentares ditos opositores e os grandes capitalistas são os responsáveis por todas essas mazelas que assolam o povo.

Todos prometeram, mas nenhum vacinou a população. Vivem uma briga interna, não com o interesse de atender às necessidades da população, mas de conquistar mais poder através das eleições de 2022.

Os capitalistas sequer vendem a vacina para o Brasil. Os grandes monopólios da indústria farmacêutica simplesmente barram a entrada de vacinas no País, como foi comprovado com o caso da russa Sputnik V. Para isso, manipulam suas marionetes, os políticos.

Quem sofre, como sempre, é o povo oprimido. Entretanto, esse não sofre calado. Luta, diariamente, para por um fim nessa situação. Vemos no último período uma série de indícios de tendência à mobilização por parte dos trabalhadores.

Aumentam as discussões para entrar em greve no seio das categorias, como é o caso dos portuários. Os metroviários de São Paulo paralisaram por um dia, por pressão da base, que queria uma greve por tempo indeterminado. Os professores em várias localidades do País recusam-se a entrar nas salas de aula que se transformaram em câmaras da morte.

A chacina da Polícia Civil no Jacarezinho resultou em uma pequeníssima amostra do que poderá vir pela frente no próximo período. Indignados, os negros e a população explorada em geral saiu espontaneamente às ruas logo em seguida em várias partes do Brasil.

Toda essa situação empurrou a esquerda de volta para onde ela jamais deveria ter saído: as ruas. Começa a se configurar uma enorme pressão das bases trabalhadoras por mobilização. A candidatura de Lula à presidência também favorece essa pressão, pois os trabalhadores, sem saída diante do golpe e de Bolsonaro, enxergam nela uma esperança – e se mobilizarão para que seja concretizada e que seja uma candidatura que expresse os seus interesses.

O dia 29 é simbólico, portanto. Serão realizados atos em todas as capitais, atos de verdade, de rua. É preciso trabalhar para que sejam atos de massas, pois os trabalhadores estão dispostos a lutar e a serem protagonistas.

Mas o dia 29 deve ser apenas o tiro de largada. Deve ser uma espécie de reestreia da esquerda nas ruas. É necessário aproveitar o embalo e a empolgação das massas pela mobilização para manter uma mobilização permanente. É preciso reunir todas as categorias de trabalhadores e em cada uma delas aprovar greves, como reivindicam cada vez mais as bases.

É preciso realizar atos e manifestações públicas em toda a parte exigindo vacinação para todos com quebra das patentes, auxílio emergencial de ao menos um salário mínimo, redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais e fim das privatizações.

É preciso unir as reivindicações econômicas e imediatas da população às reivindicações políticas, pois os trabalhadores estão fartos do governo Bolsonaro e do regime golpista instalado em 2016. De fundamental importância é impulsionar a luta pelo Fora Bolsonaro e a sua queda, substituindo-o não por um governo burguês qualquer, da direita golpista que se passa por civilizada, mas por um governo dos trabalhadores e das organizações populares da cidade e do campo.

É hora de iniciar uma ampla jornada de lutas nas ruas, como nossos vizinhos do Chile, Paraguai ou Colômbia. Mostrar a força da classe trabalhadora nas ruas!

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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