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Da redação – O ministro fascista do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles, ameaçou servidores do Instituo Chico Mendes de Conservação (ICMBio) durante reunião com latifundiários e políticos representantes do agronegócio no Rio Grande do Sul.

A reunião com latifundiários ocorreu no município de Tavares, na Serra Gaúcha, quando o ministro e o presidente do ICMBio foram para a cerimônia de privatização de mais duas unidades de conservação no Rio Grande do Sul. Ao lado dos bolsonaristas, estavam latifundiários conhecidos, como o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), presidente da Frente Nacional da Agropecuária, e do senador Luís Carlos Heinze (PP-RS), que já afirmou que que índios, quilombolas, gays, lésbicas são “tudo que não presta”.

Durante a sua fala, o fascista ameaçou os funcionários que não tinham comparecido ao ato repleto de latifundiários e representantes fascistas do governo Bolsonaro. Salles disse: “na presença do ministro do Meio Ambiente e do presidente do ICMBio, não há nenhum funcionário aqui, embora tenham nos esperado lá em Mostardas. Determino a abertura de processo administrativo disciplinar contra todos os funcionários”. O ministro foi ovacionado pelos latifundiários enquanto realizava as ameaças.

Em tom semelhante, os fascistas Bolsonaro e Ricardo Salles ameaçaram servidores do IBAMA em recente ação contra madeireiros, latifundiários e grileiros de terras em Rondônia. “Ontem, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, me veio falar comigo com essa informação. Ele já mandou abrir um processo administrativo para a apurar o responsável disso aí”, disse Bolsonaro.

Essas ameaças são para calar os servidores nesses casos de desmatamento ilegal realizado por latifundiários, invasões de terras indígenas, unidades de conservação e grilagem de terras públicas. É um recado dizendo que os servidores do Ibama e do ICMBio que realizarem ações contra latifundiários, grileiros e madeireiras serão punidos até com demissão.

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