Cascavel/PR
Reunião divulgada modestamente apenas para informar comunidade escolar do funcionamento militarizado de escola a partir de 2021
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Alunos de colégio militar | Foto: Reprodução

Ocorreu por vídeo conferência às 20h desta última terça-feira (11 de agosto) uma reunião aberta ao público para o esclarecimento da comunidade escolar em relação aos princípios e fundamentos, forma de organização, gestão e matrícula a vigorarem a partir de 2021 no Colégio Julia Wanderley de Cascavel/PR, que já se encontra às vésperas de sua militarização com a implantação do sistema de gestão cívico-militar, faltando apenas a formalização junto ao governo do estado. Contando com uma cobertura completa da imprensa, os governos de extrema-direita de Jair Bolsonaro e Ratinho Júnior, dentre outros, vêm avançando a passos largos e sem alarde na sua política fascista de militarização do ensino.

O recrutamento de agentes das Forças Armadas e das forças policiais – sem o menor treinamento pedagógico – para dentro do ambiente escolar é um método muito adequado para, essencialmente, silenciar a mobilização contra o governo e contra a destruição do ensino dentro das escolas. Tanto forçando indiretamente a transferência dos estudantes e professores que não têm se adaptado pacificamente a esta nova situação, como através dos seus métodos de repressão tradicionais, em todas as escolas em que tem se verificado, o avanço militar sobre a educação pavimenta o caminho para o banimento do pensamento crítico e da oposição à direita e para a implementação da sua política para a educação.

O governo Bolsonaro, assim como o de seu predecessor Temer, sempre colocaram de forma muito clara a que vieram e os princípios que norteiam a sua “administração” – impor a desobrigação do Estado de controlar e oferecer serviços essenciais como saneamento básico e educação, os depredando sistematicamente e encaminhando a sua privatização é um de seus aspectos fundamentais. Os golpistas da pior espécie que se apoderaram dos cargos políticos eletivos do País nos últimos anos pretendem liquidar o patrimônio nacional, o “vendendo” por preços simbólicos aos grandes capitalistas, especialmente aos estrangeiros. Assim continuam na atual situação de pandemia, inclusive procurando impor a retomada de todas as atividades econômicas e educacionais, rifando a vida de trabalhadores e suas famílias em nome da manutenção – e aumento – da sua própria riqueza.

A juventude e os estudantes são um setor cuja mobilização pode alavancar uma mobilização generalizada do povo contra o governo golpista e o imperialismo, daí a necessidade da burguesia em sufocar o movimento estudantil. É de fundamental importância a organização da juventude em Comitês de Luta, de forma a superar a paralisia da sua direção e levar adiante uma mobilização combativa contra os ataques bolsonaristas à educação e pelo fim deste governo.

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