Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit

Para os que ainda insistem que as Forças Armadas não irão intervir na situação e ainda estão subordinadas ao governo Temer, é sempre bom relembrar. Somente nas últimas semanas houve a nomeação de um general para o Ministério da Defesa, coisa que não acontecia há 20 anos, e foi aprovada a intervenção militar no Rio de Janeiro, algo que não acontecia desde o período da ditadura militar.

Desde maio de 2016, Temer tirou a Abin, principal órgão de espionagem do governo brasileiro, da Secretaria de Governo e colocou-a debaixo da alçada do Gabinete de Segurança Institucional, comandado por Sérgio Etchegoyen, filho e sobrinho de assassinos e torturadores do governo ditatorial de Médici.

Recentemente, para lidar com a “ajuda” a venezuelanos em Roraima, o governo abriu mão da Polícia Federal e deslocou o Exército para liderar a ação na fronteira, efetivamente posicionando as tropas nacionais conforme o interesse imperialista dos EUA na região, em uma política de clara intimidação com o governo Maduro.

Desde o período da chamada “redemocratização” em 1988, os militares não tiveram tanto poder sob o nosso regime político, que na prática já está sob a tutela deles.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas