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Militares têm cada vez mais poder no governo Temer

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Para os que ainda insistem que as Forças Armadas não irão intervir na situação e ainda estão subordinadas ao governo Temer, é sempre bom relembrar. Somente nas últimas semanas houve a nomeação de um general para o Ministério da Defesa, coisa que não acontecia há 20 anos, e foi aprovada a intervenção militar no Rio de Janeiro, algo que não acontecia desde o período da ditadura militar.

Desde maio de 2016, Temer tirou a Abin, principal órgão de espionagem do governo brasileiro, da Secretaria de Governo e colocou-a debaixo da alçada do Gabinete de Segurança Institucional, comandado por Sérgio Etchegoyen, filho e sobrinho de assassinos e torturadores do governo ditatorial de Médici.

Recentemente, para lidar com a “ajuda” a venezuelanos em Roraima, o governo abriu mão da Polícia Federal e deslocou o Exército para liderar a ação na fronteira, efetivamente posicionando as tropas nacionais conforme o interesse imperialista dos EUA na região, em uma política de clara intimidação com o governo Maduro.

Desde o período da chamada “redemocratização” em 1988, os militares não tiveram tanto poder sob o nosso regime político, que na prática já está sob a tutela deles.

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