“Toma lá da cá”
Governo Bolsonaro deve oferecer cargos ao “centrão” como pagamento do apoio ao seu candidato na Câmara Federal
23/08/2019. Credito: Ed Alves/CB/D.A. Press. Brasil. Brasilia - DF. Politica. Cerimonia Dia do Soldado. Presenca do Presidente Jair Bolsonaro com o comandante do Exercito Leal Pujol. Local. Setor Militar Urbano de Brasilia.
Presidente golpista | Reprodução
23/08/2019. Credito: Ed Alves/CB/D.A. Press. Brasil. Brasilia - DF. Politica. Cerimonia Dia do Soldado. Presenca do Presidente Jair Bolsonaro com o comandante do Exercito Leal Pujol. Local. Setor Militar Urbano de Brasilia.
Presidente golpista | Reprodução

A eleição de Arthur Lira (Progressistas-AL) para presidente da Câmara Federal deve resultar em mudança na composição dos ministérios ocupados por militares, segundo matéria do Estadão. Após a desmoralização total da esquerda parlamentar que apoiou o golpista Baleia Rossi (DEM-SP) que votou no impeachment fraudulento contra Dilma Rousseff, a velha política do toma lá da cá volta a vigorar no governo de Jair Bolsonaro, o autoproclamado “antissistema”. Evidentemente os militares não gostaram e olham com desconfiança para as novas alianças.

Não sabe ainda quais militares serão o governo e quais serão remanejados. O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) pode ser responsável pela pasta de Minas e Energia no lugar do almirante Bento Albuquerque, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) deve voltar a Secretaria de Assuntos Estratégicos e o deputado João Roma (Republicanos-BA) deve ocupar o Ministério da Cidadania. Os militares que ocupam cargos no Palácio do Planalto não deverão sofrer mudanças.

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