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Na medida em que o golpe de Estado vai se aprofundado, as Forças Armadas vai ganhando espaço, cada vez mais, no regime político. Imersos em uma profunda crise, os golpistas, que têm de lidar com uma população cada vez mais revoltada, com a inexistência de um candidato capaz de vencer Lula nas eleições e com um Congresso “desobediente”, ficaram reféns dos militares.

Há cerca de um mês, os militares deram uma espécie de golpe militar no Estado do Rio de Janeiro: derrubaram o secretário de Segurança Pública e assumiram o controle de todas as polícias e dos bombeiros. Com o domínio de todo o aparato de repressão do Estado, os militares passaram a ter o verdadeiro poder sobre as decisões do Governo.

Além de ocupar militarmente o Estado do Rio de Janeiro, os militares estão exigindo que o presidente golpista Temer paguem todas as suas “farras”. No último dia 27, Temer assinou uma medida provisória destinando R$ 1,2 bilhão para a intervenção militar no Rio de Janeiro. Isto é, o país que estava tão “quebrado”, que tem um “rombo” na Previdência e que precisa vender todo o seu patrimônio para conseguir reequilibrar a economia tem condições de gastar mais de um bilhão de reais com a intervenção militar no Rio. Se somados todos os gastos desde o início da Intervenção Militar, já são R$ 3 bilhões. Dinheiro que concretamente ninguém sabe para que serve, já que os militares não fazem nada além de, supostamente, patrulharem algumas comunidades. Este montante seria suficiente para ser investido em várias áreas sociais que estão seriamente afetadas pelo golpe. Ao invés disso está sendo destinado para uma intervenção militar que tem como único objetivo reprimir ainda mais a população do Rio de Janeiro.

A intervenção militar no Rio de Janeiro, além de ser completamente ilegal, se mostra completamente inviável do ponto de vista econômico. Esse gasto absurdo denuncia claramente quem são os golpistas: preferem torrar dinheiro para pagar a indústria armamentista a permitir que os trabalhadores tenham direito a aposentadoria – tudo isso sob a justificativa da “segurança pública”. É mais uma política para atacar a população sob a fachada de estar beneficiando o povo quando na verdade os trabalhadores são os primeiros atacados pelas medidas.

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