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A intervenção militar no Rio de Janeiro, conforme já era esperado, não resolveu nenhum problema do segundo Estado mais importante do país. Pelo contrário: a repressão sobre a classe trabalhadora aumentou em níveis absurdos. Em vários morros, as Forças Armadas fichou todos os moradores e os obrigou a tirar fotos com sua identidade. A matança ao povo negro só aumentou e uma vereadora que ousou denunciar as atrocidades da polícia militar e se posicionou contrária à intervenção militar foi assassinada sem cerimônia. Na última semana mais de 10 mortos na Rocinha e chacina em Maricá matou 5, à medida que aumenta a repressão o governo Temer libera mais dinheiro.

Não houve, obviamente, nenhuma redução na “criminalidade”. No entanto, Temer não anunciou a retirada da intervenção no Estado. Afinal, o objetivo do presidente golpista, pressionado pelas Forças Armadas, foi justamente esse: reprimir duramente a população do Rio de Janeiro, que havia colocado em ameaça o plano golpista de prender o ex-presidente Lula.

Recentemente, Temer demonstrou que está muito satisfeito com o continuado massacre no Rio de Janeiro. Em uma medida provisória do último dia 27, o presidente golpista agraciou os militares com mais R$ 1,2 bilhão para que a intervenção do Rio de Janeiro possa continuar massacrando os trabalhadores do Estado.

A intervenção militar no Rio de Janeiro nunca deveria ter acontecido. Desde o início, a ideia de encher o segundo Estado mais importante do país de militares havia se mostrado um desastre: é inviável do ponto de vista econômico e não resolverá problema nenhum. Na verdade, é uma maneira criminosa de impedir que os trabalhadores possam se insurgir contra o governo golpista. Por isso, é necessário que todos os trabalhadores e setores democráticos se coloquem contra a intervenção militar no Rio de Janeiro ou em qualquer outro Estado.

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