Internacional
Motivo da prisão foi a participação dos militantes nos protestos antirracistas que vêm acontecendo nos EUA
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Partido pelo Socialismo e Liberdade em manifestações dos EUA | Foto: Partido pelo Socialismo e Liberdade

Quatro militantes do Partido pelo Socialismo e Libertação (PSL) foram presos nos Estados Unidos por participarem e ajudarem a organizar as manifestações antirracistas que vêm ocorrendo no país desde o assassinato de George Floyd. Três dos quatro militantes presos foram levados de suas casas, enquanto um deles foi preso no estacionamento de um supermercado.

Os militantes foram presos sob acusações das mais absurdas possíveis, incluindo a de sequestro a policiais norte-americanos, sendo que em uma das prisões, da militante Lilian House, foram utilizados cinco carros da polícia para a cercar em sua casa.

Em um comunicado realizado em uma live, a candidata à presidência pelo PSL nos Estados Unidos, Gloria La Riva, afirmou que as prisões são uma tentativa de intimidar aqueles que lutam contra o racismo no país.

Ao se referir às prisões e as comparando com o caso dos policiais que mataram o jovem negro Elijah McClain, o militante do partido, Eugene Puryear, disse: “Enquanto estamos aqui sentados falando de militantes que estão defendendo a justiça e sendo presos, com acusações que criminalizam os protestos, os três oficiais que assassinaram Elijah McClain ainda estão livres” (tradução do Brasil de Fato).

A polícia do país mostra cada vez mais à população que está completamente alinhada com a ideologia de extrema direita e que serve aos interesses diretos da burguesia, não à proteção da população, como dizem servir.

Ao contrário de como agiu não parando o militante de extrema direita de 17 anos que matou 3 pessoas em Kenosha, a polícia também executou recentemente o militante de esquerda Michael Forest Reinoehl por supostamente ser o responsável pela morte de Aaron Danielson, militante fascista. A polícia é também responsável pelas mortes de inúmeros negros, latinos e trabalhadores nos Estados Unidos.

Os Estados Unidos fingem ser a maior democracia do mundo, quando casos como esses provam exatamente o contrário. Enquanto acusam a Venezuela de ser uma ditadura, são os próprios Estados Unidos que na realidade são essa ditadura, que impedem o direito dos trabalhadores, dos negros e demais oprimidos a se manifestarem contra a polícia, órgão extremamente opressor, e contra o próprio regime político norte-americano.

O país caminha para um cenário de guerra civil, com uma grande parte da população fortemente armada. Fica claro que a polícia dos Estados Unidos não só defenderá a extrema direita em caso de conflito, como na verdade é a principal organização da qual saem os fascistas.

No caso dos militantes do PSL norte-americano, o partido prometeu se mobilizar para exigir sua liberdade e justiça.

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