Militância do PCO participa de ato contra o golpe de 1964, no Rio de Janeiro

PCO_ATO contra ditadura militar

Da redação – Neste último domingo (31), foi realizado na Cinelândia um ato contra o golpe militar de 1964. Diversas organizações sociais e partidos políticos se reuniram para dar uma resposta à convocação do presidente fascista, Jair Bolsonaro. O capitão boçal nunca escondeu sua admiração pelos torturadores e por toda a camarilha golpista que afundou o país através de três premissas básicas: o confisco da renda dos trabalhadores, a importação de capitais (empréstimos) e o promíscuo aumento da quantidade de importações.

Apesar de ter contado com um número relativamente pequeno de pessoas (cerca de 1.200), os militantes do Partido da Causa Operária do Rio de Janeiro consideraram positivo, visto a recepção das pessoas quanto à política do partido. A fala do companheiro Vitor Lara, da direção nacional do PCO, puxou aplausos e os famosos gritos: “Ei Bolsonaro vai tomar no c*!” e “Liberdade para Lula!”.

O Jornal Causa Operária foi, sem dúvidas, o que mais circulou pelas mãos do público. O número de jornais vendidos, bem como a recepção calorosa de boa parte do público quanto à política do Partido comprovam que, a coerência e a política proletária levada desde sempre pelo PCO está em total alinhamento com as necessidades vitais da classe trabalhadora. Dentre os produtos vendidos na banca montada durante o evento, os broches (Liberdade Para Lula; PCO; Não Quero Trabalhar Até Morrer; Fora Imperialismo da Venezuela; dentre outros…) foram praticamente esgotados.

A movimentação política dos setores de esquerda mais combatentes tem dado mostras de que a Liberdade do ex-presidente Lula constitui-se como a pedra angular da luta contra o golpe. Durante todo o ato, gritos de: Lula Livre, Liberdade para Lula e Fora Golpistas, demonstraram a total consonância entre a necessidade fundamental da libertação de Lula – preso injusta e ilegalmente, e a luta contra todo o regime golpista. Mais do que antes, Lula revela-se como a única figura política capaz de agir como uma catapulta e permitir a transposição da muralha golpista, agrupando e possibilitando o lançamento da contraofensiva operária de forma organizada.