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Bloco Vermelho conquistou as ruas do Rio de Janeiro

Abaixar as bandeiras jamais!

“Meu partido é o meu país”: o antipartidarismo é fascismo!

A imprensa procura uma forma de manipular os atos, e o verde e amarelo é a política oficial da burguesia para esse fim

O apartidarismo e as cores da bandeira são políticas tradicionais do bolsonarismo – Reprodução/Conversa Afiada

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Desde a volta das mobilizações, a burguesia vem procurando maneiras de inibir a volta do povo às ruas, mas agora, visto que a volta das manifestações é um fato que dificilmente será mudado, os capitalistas se veem na necessidade de tomar uma atitude para recuperar o controle da situação através da infiltração nos atos.

A tática escolhida pela burguesia para se infiltrar no movimento de luta é a campanha rasteira contra os partidos, leia-se, partidos de esquerda, em que através da promoção do uso das cores da bandeira nacional, a imprensa faz uma campanha contra o que eles chamam de “pecha de esquerda”, ou seja, do caráter combativo e de esquerda dos atos, que se traduz no vermelho e na presença dos partidos e organizações de esquerda nos atos, algo que é natural, visto que os atos são de convocação única e exclusiva da esquerda e não tem contribuição nenhuma do centro político, ou da chamada “direita civilizada” como PSDB, e agora inclusive MBL.

Esses setores além de não apresentarem contribuição nenhuma aos atos, pela sua inerente falta de público e apoio popular, acentuada pelo seu acelerado esvaziamento devido à polarização política. Além disso, também não estão realmente comprometidos com a luta que está colocada nos atos, que vai muito além do combate a Bolsonaro, fora que vários desses setores, já em algum momento foram apoiadores de Bolsonaro. O setor frente amplista da esquerda procura possibilitar a união com esses setores direitistas, na crença de que isso agregaria algo à popularidade dos atos, o fato é que além de isso não ser o caso, a união com os setores direitistas como PSB, PSDB e MBL, pode dificultar a adesão dos setores mais combativos ao movimento, além de confundir politicamente o panorama.

O uso do apartidarismo como política para guiar o movimento já foi visto em prática em 2013, onde o movimento que era comandado pela esquerda foi sequestrado pela direita através de uma política de apartidarismo e falso patriotismo, que se traduzia em palavras de ordem como: “sem partido” e “abaixa essa bandeira e levanta a do Brasil”, a esquerda se acovardou diante dessa política e da extrema truculência dos indivíduos que a colocavam em prática. Esse apartidarismo que a imprensa golpista procura traficar para dentro do movimento se trata na realidade de um antipartidarismo de extrema direita, onde vigora o lema bolsonarista “meu partido é o Brasil”, essa política, que foi aceita pela esquerda em 2013, possibilitou o sequestro das mobilizações pela direita e o ascenso de um movimento de extrema direita, fato que levaria ao golpe de 2016, e em última instância, à eleição de Bolsonaro para a presidência do Brasil.

Devemos deixar bem claro que o que aconteceu em 2013 não pode se repetir, e que todo antipartidarismo que se apresentar nas manifestações é obra da direita golpista e não deve ser aceito dentro do movimento. Os partidos e organizações da esquerda foram quem convocou e colocou o bloco na rua, então estão mais do que no direito de estarem presentes nas manifestações com suas bandeiras e materiais, e que as organizações da esquerda não devem se render ao patriotismo fajuto que a imprensa procura impor ao movimento. O patriotismo é pauta da extrema direita, e qualquer um que procure inserir isso nas pautas do movimento de luta está promovendo uma assimilação do movimento ao bolsonarismo.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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