Coronavírus
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou neste domingo que a pandemia do coronavírus deve se intensificar nos próximos meses. Sem uma vacina a vida não voltará ao normal.
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Chanceler da Alemanha, Angela Merkel (CDU). | Fabrizio Bensch/Reuters - 03/07/2020.

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou neste domingo que a pandemia do coronavírus deve se intensificar nos próximos meses e salientou que a vida não voltará ao normal até que haja uma vacina. Em coletiva de imprensa, Merkel foi enfática ao dizer que “este é um assunto sério, tão sério quanto sempre foi, e é preciso continuar levando-o a sério”.

A Comissão Europeia, governo do bloco da União Europeia, realizou um pagamento inicial de 336 milhões de euros à farmacêutica britânica AstraZeneca para garantir ao menos 300 milhões de doses de uma vacina contra o COVID-19.

Ainda que a Alemanha realize uma política de testes massivos e obrigatórios, se verifica o aumento do número de infecções diárias que se acelerou nas últimas semanas. Na quinta-feira (27), a chanceler se reuniu com os líderes dos Estados alemães para fechar um protocolo comum para conter a disseminação do vírus. No total, são 242.986 casos confirmados e 9.363 óbitos no país europeu.

As declarações de Merkel são muito significativas, uma vez que a Alemanha é um dos principais países imperialistas do mundo. Isto ressalta a gravidade da situação mundial. Somente uma vacina e a aplicação massiva na população de todos os países pode auxiliar, de forma definitiva, na resolução do problema.

Enquanto Merkel declara a gravidade da situação ao mundo, Jair Bolsonaro tem se dedicado a promover aglomerações sem o uso de máscaras e negar a gravidade da situação no Brasil. Além disso, apesar do país ter batido a marca de 120 mil mortos em virtude de infecção pelo coronavírus neste domingo (30), com milhares de mortes diárias, o presidente fascista continua com a política genocida e nazista de “deixar morrer quem tiver que morrer”. O Brasil registra 3.847.163 casos confirmados e 120.507 mortes.

A pandemia já acumula 843 mil óbitos e 25 milhões de infecções em nível mundial. Seus impactos dramáticos são expressão da decadência do sistema capitalista, mesmo nos países imperialistas centrais. Estes estão se mostrando espetacularmente incapazes de proteger sua própria população, que desfruta de serviços de saúde e condições de vida muito superiores aos povos de capitalismo atrasado.

A questão da vacina transformou-se em um problema político mundial. Os países imperialistas atuam em consórcio para boicotar os esforços dos laboratórios russos, chineses e cubanos. A Rússia anunciou a vacina Sputnik V, sendo que o presidente Vladimir Putin declarou que o medicamento é seguro e eficaz. Os laboratórios americanos, britânicos, franceses e ingleses querem impedir que a vacina russa seja comercializada e aplicada, com o objetivo de manter o controle sobre o mercado mundial de fármacos.

 

 

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