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João Doria, o prefeito almofadinha de São Paulo, ataca mais uma vez a população por meio da saúde pública. Essa que seria uma das áreas que deveria ser das mais favorecidas pelo Estado, se se preocupasse efetivamente com o povo, sofre constantes e certeiros descasos do prefeito tucano.

No último ano, os médicos que trabalham no programa social “Mais Médicos”, tiveram por quatro vezes seus vencimentos atrasados. Por essas e por outras medidas desse prefeito, que não raras as vezes desprestigia a população e os servidores públicos, percebe-se que sua gestão trata de ser uma verdadeiro rolo compressor sobre as áreas periféricas da cidade.

Os médicos que não receberam em dia atuam, majoritariamente, nos bairros pobres da capital paulista. Os rendimentos que deveriam ter sido pagos no dia 15 de fevereiro foram atrasados, mas os médicos que sofreram com esse ataque do prefeito, atuam na Zona Leste e parte norte e sudeste da metrópole.

Não é mera coincidência essas regiões serem as mais atingidas pelo surto de febre amarela. Se o próprio surto já é fruto de uma omissão criminosa do PSDB, que mata o povo pobre e trabalhador residente em São Paulo, atrasar os vencimentos dos médicos que atuam nesses lugares configura um crime duplo: por omissão e depois por não estar nem aí para o sofrimento da população.

Segundo Eder Gatti, presidente do Sindicato de Médicos de São Paulo (SIMESP):  “Esses profissionais atuam em regiões periféricas da cidade atendendo a população carente, em situação de vulnerabilidade e exposta a vários problemas sanitários. Então, quando a gestão do prefeito João Doria Jr. não efetuou o pagamento dos médicos, tratou esses profissionais com desrespeito, além de demonstrar que desrespeita e trata com descaso a população que depende de desses profissionais”.

O golpe de Estado é o clima político propício para que os políticos burgueses realizem esses crimes contra a população. Anular o impeachment e impedir a inelegibilidade e a prisão de Lula, a única força política capaz de deter esse avanço da burguesia contra os trabalhadores, é a tarefa política do momento.

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